Lembrei-me desta história por causa da melancólica participação do Brasil na Copa do mundo de 2006. O escrete canarinho chegou à Alemanha com honras de superfavorito, mas em nenhum momento justificou a fama ou correspondeu às expectativas, sendo derrotado com toda justiça pela França nas oitavas-de-final, adiando o sonho nacional de acrescentar mais uma estrela às outras cinco já colecionadas.