Morro do Moreno: Desde 1535
Site: Divulgando há 16 anos Cultura e História Capixaba

O primeiro jornal do ES

O primeiro jornal do ES

Justamente trinta e dois anos depois de iniciar-se a publicação da Gazeta do Rio de Janeiro,[30] o Espírito Santo viu circular O Estafeta – primeiro jornal impresso na terra (1840)

Repulsa às idéias de restauração - A primeira Assembléia Provincial

Repulsa às idéias de restauração - A primeira Assembléia Provincial

É de justiça observar que tomaram assento no Congresso local os nomes de mais destaque da terra. Sacerdotes ilustres, como o Dr. João Clímaco

Entre 1830 e 1840 na Assembléia Provincial do ES

Entre 1830 e 1840 na Assembléia Provincial do ES

Aqui está, por exemplo, um depoimento de Manuel da Silva Pontes sobre Vitória, em 1833

A insurreição do Queimado

A insurreição do Queimado

Surpresa sobremodo desagradável foi a insurreição de negros escravos, que explodiu no distrito do Queimado em 1849

O início de uma nova era - Primeira metade do século XIX

O início de uma nova era - Primeira metade do século XIX

Foi assim, enfrentando dificuldades de toda ordem, que o Espírito Santo alcançou o fim da primeira metade do século XIX

A ordem pública na Província do ES

A ordem pública na Província do ES

Não seria de estranhar em uma província cujo policiamento ia pouco além de simples quimera, oferecendo, ademais, condições singulares para estimuladora impunidade

A estrada Vitória-Ouro Preto

A estrada Vitória-Ouro Preto

Em uma das sessões de 1829 do Conselho Provincial, a questão foi trazida a debate

Telégrafos e correios – Campanha do Paraguai

Telégrafos e correios – Campanha do Paraguai

Os correios, em 1861, possuíam dez agências distribuídas por diferentes localidades, além da estação central – em Vitória

Flagelados do Ceará – Ameaça de cólera

Flagelados do Ceará – Ameaça de cólera

A segunda grande estiagem que flagelou o nordeste durante o século (1877-79) trouxe ao Espírito Santo milhares de cearenses 

Vias de comunicações no ES

Vias de comunicações no ES

A navegação fluvial e de canais – que mereceu especial atenção dos poderes públicos durante o reinado de Pedro II – era explorada em bases modestas