Morro do Moreno: Desde 1535
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A navegação no rio Doce

A navegação no rio Doce

Quando d’Arlincourt fez o estudo do rio Doce em 1833, ele diz em seu relatório, claramente, que a tal travessia não era esse “bicho-de-sete-cabeças”

O Início da navegação no Rio Doce

O Início da navegação no Rio Doce

Em 1800, tomou posse o senhor Antonio Pires da Silva Pontes. Amigo e protegido do Conde de Linhares, com o firme propósito de abrir um caminho fluvial pelo rio Doce até Minas Gerais

O episódio da compra de o Jornal A GAZETA

O episódio da compra de o Jornal A GAZETA

Em novembro de 1949 A Gazeta passou a ser dirigida por José de Mendonça; as ações foram transferidas para o nome de Fernando, irmão de Carlos, e, em seguida, para ele próprio

Símbolos do ES

Símbolos do ES

O texto abaixo foi enviado ao site Morro do Moreno por Jeruza Fundão Zanini, filha de Paulo Vieira Fundão, que desenhou a bandeira do Espírito Santo

Comentários da Invasão de Cavendish (7ª Parte)

Comentários da Invasão de Cavendish (7ª Parte)

Os historiadores José Teixeira de Oliveira e Maria Stella de Novaes fazem referência ao cacique Jupi-Açu e seus duzentos índios, acampados nas imediações de Vila Velha

Epílogo da invasão de Thomas Cavendish (8ª e última Parte)

Epílogo da invasão de Thomas Cavendish (8ª e última Parte)

Como decorrência da apreciação analítica da passagem de Cavendish pelo Brasil quinhentista, dirimir-se-ão algumas dúvidas; velhas certezas poderão ser questionadas

O Combate na Baía do Espírito Santo - Cavendish (5ª Parte)

O Combate na Baía do Espírito Santo - Cavendish (5ª Parte)

O capitão Morgan lembrou minhas palavras aos marinheiros, mas alguns “cabeças-duras” começaram a praguejar, dizendo que sempre consideraram Morgan um covarde, que fingia sofrer de diarréia, para fugir da briga, quando na verdade, se borrava de medo de tudo

Resumo da narrativa de Thomas Cavendish (6ª Parte)

Resumo da narrativa de Thomas Cavendish (6ª Parte)

"Revogaram minha licença de marinheiro. Essa nada edificante aventura pelos Mares do Sul fechou as portas do Sete Mares para mim”

Desembarque inglês na Baía do Espírito Santo (3ª Parte)

Desembarque inglês na Baía do Espírito Santo (3ª Parte)

Chegando o ano de 1592, o pirata inglês Thomas Cavendish, depois de repelido da Capitania de São Vicente, onde perdeu muita gente, reuniu-se ao navio Roebuck – comandado pelo capitão Roberto Morgan – e continuando a assolar as costas do Brasil, veio ter à Capitania do Espírito Santo

Considerações acerca do desembarque inglês na Baía de Vitória, em 1592 (2ª Parte)

Considerações acerca do desembarque inglês na Baía de Vitória, em 1592 (2ª Parte)

A escaramuça dos marujos de Thomas Cavendish não pode ser considerada como simples e inconseqüente ato de pirataria