Morro do Moreno: Desde 1535
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Casa de doido – Por Eloy Nogueira da Silva

Casa de doido – Por Eloy Nogueira da Silva

Quando entrei a primeira vez no jornal onde passaria a trabalhar, a pedido do governador CHIQUINHO, tomei um grande susto 

Duas histórias – Por Plínio Marchini

Duas histórias – Por Plínio Marchini

O DIÁRIO foi comprado por um empreiteiro de Campos, Mário Tamborindegui. Era um homem rico, ligeiramente espalhafatoso

Gato por galinha – Por Eleisson de Almeida

Gato por galinha – Por Eleisson de Almeida

E do Sete Dias, em 1958, fui chamado para a redação dO DIÁRIO, que marcou a vida de muitos jornalistas que ainda estão nas trincheiras de trabalho

Trabalhando por amizade – Por Manoel Lobato

Trabalhando por amizade – Por Manoel Lobato

O DIÁRIO nunca me pagou nada. Fui tão-somente colaborador do jornal, sem receber gratificação alguma, apenas por amizade ao Calixte 

A vez do soçaite – Por Hélio Dórea

A vez do soçaite – Por Hélio Dórea

Cheguei aqui em janeiro de 1953 e estou até hoje

Rolo compressor – Por José Miguel Feu Rosa

Rolo compressor – Por José Miguel Feu Rosa

A partir de 64, poderosos grupos econômicos incrustrados no Governo passaram a criar as maiores dificuldades para a imprensa em geral

Começo de tudo – Por Marílio Cabral

Começo de tudo – Por Marílio Cabral

Melhor escola de formação no jornalismo local que O DIÁRIO representou na época, impossível

Imprensa e cidadania – Por Setembrino Pelissari

Imprensa e cidadania –  Por Setembrino Pelissari

O DIÁRIO não foi a minha primeira experiência em jornal. Comecei trabalhando em A Gazeta, quando era da UDN e dirigida pelo Dr. Olympio de Abreu

A arte de garimpar dinheiro – Por Fernando Jakes Teubner

A arte de garimpar dinheiro – Por Fernando Jakes Teubner

Minha primeira experiência em jornal foi nos anos 50, ainda com a Folha do Povo, um jornal que na época brigava com A Tribuna e A Gazeta

Bar Santos – Sanduíches e Achocolatados

Bar Santos – Sanduíches e Achocolatados

Mas o mais charmoso do Bar Santos, um pedacinho de chão então com cheiro de século passado incrustado na Vila Rubim, era a canoinha 

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