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Literatura e Crônicas

Festa da Penha (2005) - Por Mônica Boiteux

Festa da Penha (2005) - Por Mônica Boiteux

Em tempos idos, a Festa da Penha era o maior evento das Famílias de Vila Velha. Rendas brancas e flores nas janelas, as casas da Prainha se arrumavam para saudar a passagem da Santa

Kallima

Kallima

Ali perto, Diná andava pela calçada, entre outros travestis. Com as unhas pintadas de vermelho vivo combinando com o batom, a mini-blusa de malha apertada sobre o short comprado na Vila Rubim

Capixabas, modéstia à parte

Capixabas, modéstia à parte

Agora estou no Parque Moscoso, cercado de casarios centenários, passo pelo Dominó, ambiente de "responsa", que abrigou em suas mesas a juventude transviada dos anos 60

O capixabíssimo peroá – Por Francisco Aurélio Ribeiro

O capixabíssimo peroá – Por Francisco Aurélio Ribeiro

O peixe comido pelo povo capixaba e os turistas que nos visitam no verão é o capixabíssimo peroá, peixe que nunca vi fora daqui

Reminiscências – Por Rubem Braga (Crônicas — 1947-1951)

Reminiscências – Por Rubem Braga (Crônicas — 1947-1951)

As quatro crônicas aqui reunidas falam de coisas do Espírito Santo, província natal do autor

Nos caminhos da montanha - Por Roberto Mazzini

Nos caminhos da montanha - Por Roberto Mazzini

O sino da estação já bateu e o trem vem chegando. Vem se aproximando manso e com suas fumaças controladas dentro do poderoso peito de ferro da locomotiva

O galo matou a onça – Por Hermógenes Lima Fonseca

O galo matou a onça – Por Hermógenes Lima Fonseca

No quarto crescente, dando para a lua cheia, é noite de ouvir estórias de véio Isidoro

Quase cromo – Por Roberto Mazzini

Quase cromo – Por Roberto Mazzini

Reina a paz neste pedaço do estado do Espírito Santo e vou dormir rodeado por folhas, árvores e bichos

A Máquina do tempo - José Carlos Simonetti Jr.

A Máquina do tempo - José Carlos Simonetti Jr.

Com toda essa atividade, o Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo é realmente uma máquina do tempo

Sorriso – Por Hermógenes Lima Fonseca

Sorriso – Por Hermógenes Lima Fonseca

Era ainda cedo quando resolvi viajar. A minha vizinha estava dormindo e sorriso apareceu me festejando