Morro do Moreno: Desde 1535
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Matérias Especiais

O Burro em Vitória – Por Ormando Moraes

O Burro em Vitória – Por Ormando Moraes

Entretanto, burros, mulas e bestas foram presença importante em nossa ilha para serviços nas antigas fazendas de Jucutuquara, Maruípe e Santo Antônio 

Muares no Espírito Santo – Por Ormando Moraes

Muares no Espírito Santo – Por Ormando Moraes

Então, o que se viu, atravessando serras e vales, foi a epopéia das tropas e dos tropeiros transportando a produção do Espírito Santo, especialmente o café

Primeiras notícias do uso do burro no Brasil – Por Ormando Moraes

Primeiras notícias do uso do burro no Brasil – Por Ormando Moraes

O muar seria o ideal para essa tarefa e desde 1764 a Coroa havia autorizado sua criação dentro do "continente do Estado do Brasil", mas o Conde da Cunha, não a transmitiu aos governadores de São Paulo e das Minas Gerais

Por que o nome Burro? - Por Ormando Moraes

Por que o nome Burro? - Por Ormando Moraes

Seja burro, mula ou besta, os muares sempre foram e ainda são de extrema utilidade ao homem, para o transporte da carga em larga escala, agrupados nas tropas, para puxar carroças nas áreas urbanas mais modestas

Tropeiros

Tropeiros

Participar da Festa do tropeiro em Ibatiba é reviver a história, é dar valor a um legado precioso da gente do Espírito Santo, da nossa gente

Bar-bicacho, o bar dos tropeiros

Bar-bicacho, o bar dos tropeiros

Bar-bicacho, o dos tropeiros (esses, num tempo bem remoto);

Torta Capixaba Literária

Torta Capixaba Literária

A Torta Capixaba era composta por ingredientes culturais de peso como Guilherme Santos Neves, José Paulino Alves Júnior, Nelson Abel de Almeida, Renato Pacheco e outros mais

Torta Capixaba – Prefácio do Livro

Torta Capixaba – Prefácio do Livro

Antônio Simões dos Reis foi convidado por Nestor Cinelli, eficiente administrador da Livraria Âncora, para orientar a Editora Âncora

As precursoras de uma literatura feita por mulheres no ES

As precursoras de uma literatura feita por mulheres no ES

Francisco Aurélio Ribeiro comprova em seu livro, A Literatura do Espírito Santo, que no final do século passado a tônica era machista. As mulheres podiam fazer versos, desde que não os publicassem...

Mulheres!!!

Mulheres!!!

Certo dia parei para observar as mulheres e só pude concluir uma coisa: elas não são humanas. São espiãs. Espiãs de Deus!

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