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Bom de copo e ruim de bola - Por Cariê

No aeroporto os primeiros que chegaram: Raul de Oliveira, Moacyr Barros Filho, Marinho Carlos, Cariê Lindenberg, Itamar Paiva e Betinho da Bateria

Andávamos pelo ano de 1960, no verão, tempo em que a imaginação dos jovens é muito mais fértil e inventiva. Resolveram então, para incrementar o agito natural, promover um torneio de futebol entre os freqüentadores dos american bars da cidade: Bob's, Michel, Dominó e Drink. Soubéssemos ou não jogar futebol estávamos sendo convocados para participar do plantel de nosso bar predileto. Freqüentador assíduo do Bob's, que se situava na esquina da Rua Sete com a Costa Pereira, do lado do Hotel Império, tive que enfrentar o desafio e participar da competição. A minha fama de ruim de bola já vinha da infância e se consolidara na juventude ao longo de diversos campeonatos dos jogos praianos e outras competições entre colégios disputadas com toda a pompa no estádio Governador Bley, então o maior do Estado.

Naqueles anos parecia que todas as pessoas ao mesmo tempo sacaram que a maneira de ficarem ricas mais depressa era montar uma lanchonete. Vitória estava repleta delas e por razões pouco claras o Bob's exercia um fascínio especial sobre as pessoas e vivia cheio. Enquanto a maioria ficava semivazia, o entroncamento da Rua Sete com a Costa Pereira abrigava os clientes que não tinham como entrar no bar e ficavam ali conversando, esperando vez e matando o tempo. É como se fosse um movimento precursor do que hoje existe no Triângulo das Bermudas, só que em tamanho menor. Ao longo do dia, o Bob's acolhia três clientelas diferentes: as crianças e jovens até o final da tarde, os adultos até às 22 horas e daí para frente se transformava em um dos redutos obrigatórios dos boêmios que, aos poucos, iam voltando de seus programas e se agrupando em frente ao bar com seus instrumentos.

Este era o turno de Evanilo, um dos filhos do casal Silva, proprietário do bar e do hotel, que dividia a sua vida entre o tempo noturno do estabelecimento e seu curso de Medicina. Evanilo estava muito mais para atleta do que para boêmio. Deste pedaço ele só tinha afinidade com a música e se dedicava ao violão, o que já fazia com extrema habilidade naquela época. Cheguei a vê-lo uma noite passando uns acordes para o Roberto Menescal, que hoje é um dos maiores guitarristas e arranjadores brasileiros.

Não foi difícil descobrir de que cabeça havia saído a idéia do exótico torneio. A arregimentação que Carmélia fazia, ora entusiasmando torcedores, ora recrutando e incentivando jogadores, deu para se perceber com clareza que esta era mais uma de suas jogadas para badalar o verão. Na verdade, Carmélia era uma adorável mulher cheia de truques, que conseguia organizar reuniões, e até festas, sem que as pessoas descobrissem que eram obras dela. Com muita freqüência ela manipulava as pessoas, armando um tipo de candonga, transmitindo recados inexistentes a dez ou mais, umas dizendo que gostariam de encontrar as outras e vice-versa. Pronto: estava armada uma reunião. A capacidade que ela tinha de inventar, e até mentir, sempre para o bem, era insuperável. Como era pé quente, logo imaginei que ela acrescentaria à sua sorte o trabalho de jornalista e a ajuda de seus colegas do jornal O Diário para promover o evento.

A certeza do sucesso da promoção me alegrava muito por um lado, mas, por outro, me deixava inquietantemente preocupado. Eu estava contente com o grande reboliço que a promoção traria, atraindo garotas novas e bonitas de outros bairros para o calçadão da praia, quando poderíamos renovar o nosso time de namoradas. Mas a minha inabilidade tradicional com a bola me preocupava terrivelmente, de forma especial pelos reflexos que uma má performance no jogo poderia trazer ao meu reconhecido prestígio junto às meninas. Afinal, seria a primeira vez que iria exibir a minha incompetência futebolística para um público feminino que eu julgava esperar de mim o mesmo desempenho que exibia com a voz e o violão.

Uma decisão lógica consagrou o bar Michel como o anfitrião do torneio. Afinal, dos quatro bares envolvidos esse era o único localizado em frente a uma praia tanto extensa quanto coberta por uma areia sempre muito alva. Era o cenário ideal para as contendas. Estou falando de um tempo antes dos aterros das praias, quando existiam apenas uma viela que permanece na borda dos prédios da Saturnino de Brito e uma imensa praia compondo o mar. Por isso mesmo se chamava Praia Comprida. O Michel precedeu o Le Chat Noir, boate que hoje faz um relativo sucesso no mundo do strip-tease, da prostituição, dos travestis todos sustentados pelos gringos e enrustidos que passam eventualmente pela cidade. O tipo de freqüentadores deste bar era praticamente o mesmo que o do Bob's, com a única diferença que a quase totalidade residia na Praia. Essa condição oferecia aos jogadores do Michel um natural favoritismo, pois iriam jogar em casa e em local em que treinavam todos os dias.

Os jogadores dos demais bares tinham em sua maioria intimidade com o copo e não com a praia e muito menos com qualquer esporte. As noites eram muito curtas para se beber, conversar, contar piadas, aprontar pequenas sacanagens uns com os outros e o mais importante, fazer música. Ainda me recordo de uma heresia que praticamos numa noite de Sexta-Feira da Paixão. Evanilo, como de costume, por volta da meia-noite expulsou os últimos clientes do bar e fomos para o nosso último refúgio, a Praça Costa Pereira. Era um grupo heterogêneo nas profissões porém homogêneo na amizade.

Estávamos eu, Evanilo (violão), Moacyr Barros (clari-nete e sax), Betinho (bateria), Paulinho Ney (guitarra), Sérgio Rocio e Luiz Paulo Dessaune jogando conversa fora quando apareceu o Marinho Carlos (acordeom). Para quem não sabe esses músicos poderiam figurar em qualquer conjunto do país, pois são de primeira categoria. Marinho, como sempre muito agitado, disse:

— Faltam apenas quatro horas para a gente ir para o aeroporto. Portanto não dá para dormir. Vamos ali para o meu estúdio? — O oferecimento nem precisava de resposta. Enquanto a maioria se dirigia para o Edifício Ouro Verde, outros ajudavam Evanilo a reabrir o bar e apanhar o imprescindível combustível. Meia-hora depois, estávamos todos instalados iniciando uma das mais primorosas performances que já ouvi.

Betinho improvisou a percussão com uma caixa de filmes, papel de seda e ainda usava os refletores, o ganha-pão de Marinho Carlos como fotógrafo, como se fossem os pratos da bateria. Marinho Carlos tocava de forma genial o acordeom, acompanhando com a boca os acordes, enquanto Moacyr respondia com seu clarinete abrindo caminho para o mestre Paulo Ney reabrir o solo. Evanilo, com o violão de centro, garantia o ritmo e a harmonia indispensáveis à realimentação do clima. O ambiente (estava dando tudo certo) deu força ao estabelecimento de um vocal improvisado de cinco vozes, o que não foi difícil pois eu, Evanilo e Luiz Paulo já participávamos de um conjunto. A coisa foi esquentando como nunca. Não havia qualquer intervalo, se não para beber, mas assim mesmo um de cada vez para não prejudicar a música.

Percorrido o repertório da Bossa Nova, íamos ao Jazz e vice-versa, de tal forma que em curto espaço de tempo chegamos às quatro e meia da manhã, hora em que eles deveriam ir para o aeroporto encontrar com Hélio Mendes e outros integrantes do conjunto para seguir para a Bahia. Nem a transferência para o aeroporto interrompeu a nossa música. Nos dois carros, íamos cantando e tocando com uma disposição cada vez maior, pois a cada momento que passava parecia que adquiríamos mais habilidade para a execução das mesmas músicas. No saguão do aeroporto, rapidamente os músicos se ajeitaram e recomeçaram a função com o mesmo entusiasmo de toda a madrugada.

Eram menos de seis horas e apenas estavam no aeroporto alguns funcionários da Real Aerovias que tinha um vôo para o Norte às seis e meia e outro às sete para o Rio. Uma algazarra incomum seguida de verdadeiros hurras marcou a chegada do funcionário do bar, que nos facultou o retorno ao álcool. Underberg com Cinzano, traçados os mais diversos, samba em Berlim, a famosa mistura de Coca-Cola com cachaça, hi-fi, cachaça com Crush, Cuba Libre (rum com Coca-Cola) e mais o que houvesse seria consumido. Sérgio Rocio, Luiz Paulo Dessaune e eu, que não estávamos tocando naquele momento, sentamos nos balcões das companhias que não tinham vôo e entre as pernas nos curvávamos e com os braços esticados transformávamos as madeiras de sustentação dos balcões em mega-surdos operando em uníssono com a bateria do Betinho. A tripulação de um dos aviões que havia dormido em Vitória chegou e ao invés de ir para o avião para as providências de praxe preferiu participar da jam session. Embora o ambiente estivesse naturalmente desmantelado, com copos, garrafas e as caixas dos instrumentos espalhados pelo chão e em cima dos balcões, os passageiros que chegavam despachavam as suas bagagens e iam logo incrementar a platéia. Neste ponto a audição já era entrecortada de efusivas palmas e gritos de bravo, bravo, e bis, bis, tudo recebido com muito entusiasmo pelos músicos. Um fato inesperado jogou-me no fundo do banheiro por um longo tempo e longe, portanto, dos meus amigos. Eu continuava sentado no balcão de frente para a porta quando percebi que a enorme limusine Chrysler chapa preta número um chegava ao aeroporto com o governador e sua mulher. Claro que este fato não teria a menor importância não fosse eu filho e assessor dele.

O estado deplorável em que me encontrava, muito suado, roupa amassada e suja, o bafo de álcool, cabelos totalmente desalinhados, não recomendava o encontro com o pai e muito menos com a mãe. Refugiei-me no banheiro até os aviões saírem e cortei o meu barato.

O Bob's tinha uns freqüentadores assíduos, cujas figuras e seus hábitos dariam um livro. Olímpio Brasiliense era um destes. Baixo, com uma cara incomum, igual à do Amigo da Onça, um tipo da revista O Cruzeiro, as sobrancelhas em forma de um acento circunflexo, beiços generosos e movediços. A cara dele ia aumentando os trejeitos na medida em que crescia o número de cervejas que bebia. Disputava com Rômulo Musiello um campeonato suigeneris: conseguiam a proeza de beber mais de vinte cervejas sem ir ao banheiro. Recentemente, fiquei sabendo que a cantora Maria Bethania também é famosa por beber rios de cerveja sem ir ao banheiro. E quando lhe perguntam como consegue, ela brinca e responde que a cerveja vai para seu pé.

 

Olímpio era fã incondicional do ex-presidente Juscelino. Foram incontáveis as vezes em que ele pediu licença, foi ao seu quarto e voltou com uma longa espada que, perfilado, desembainhava e fazia um pequeno discurso seguido sempre de vivas ao seu grande ídolo.

Nós sabíamos que ele tinha realmente pegado um porre quando começava a falar latim. Mas o Olímpio se notabilizou mesmo em função do seu avantajadíssimo documento e de sua habilidade em manuseá-lo. O Bob's, depois da uma da manhã, promovia às vezes sessões de filmes pornôs. Só para homens, é claro. Nestes dias a freqüência e a animação eram muito maiores. O Olímpio tinha quando havia cinema uma platéia muito maior do que nos dias comuns. Então ele saía devagar, compassadamente, ia até a esquina em frente à farmácia de Jaime Valdetaro, parava no meio-fio de frente para a rua, apertava fortemente a sua tromba, como nós chamávamos aquela coisa descomunal, com uma mão na frente e outra atrás. Em seguida, envergava o corpo para trás e começava a mijar. Como se fosse um arco, a urina subia velozmente em frente à parte dianteira do seu corpo e ia cair bem à sua retaguarda sem qualquer respingo no autor da façanha.

Outra brincadeira que ele gostava de fazer era avaliar periodicamente a sua capacidade de urinar para o alto. No poste, já havia várias marcas a giz que ele, já que era arquiteto, cuidava de traçar sempre que quebrava o seu recorde anterior. Essas exibições eram sempre seguidas de palmas vibrantes pelos circunstantes. Como essas façanhas não comportavam bis com a bexiga vazia, o Olímpio se comprometia sempre para nova exibição na madrugada seguinte. Embora trabalhássemos duro, tínhamos uma juventude muito divertida porque as coisas gozadas aconteciam independente de nossas vontades, embora aprontássemos algumas produções. Numa noite, o Lázaro, dono de um botequim próximo, foi atravancado por um ladrão que lhe exigiu cinqüenta cruzeiros. E ele respondeu: "Tem troco para cem?"

Finalmente chegou o esperado dia do início do torneio. O evento cresceu de tal forma que os times tiveram que adquirir suas camisas e se uniformizar como se fosse um jogo de profissionais. Estando marcado o primeiro jogo para as oito e trinta da noite, Bob's versus Michel, achei por bem fazer antes uma boquinha, o que acabou sendo um lauto jantar. Uma cerveja foi adicionalmente consumida a título de compensar o calor. Às oito, já estava tudo preparado para a partida. Como se esperava, o calçadão da praia estava lotado de jovens de vários bairros que ali estavam menos pela disputa do que pela badalação. Era uma noite festiva e as torcidas já estavam se ajeitando como podiam na beira da calçada. Eu estava certo de que conseguiria fazer uma partida medíocre sem chamar a atenção de ninguém a não ser dos jogadores, é claro. Afinal, eu estava escalado para a ponta direita, lugar tradicionalmente reservado para os pernas de pau, os goleiros e outros jogadores que se machucavam. Mas o conceito que os jogadores poderiam ter de mim não me importava nada. Minha preocupação estava na calçada e era do sexo feminino. Eu havia treinado a vida inteira uma pirueta engenhosa com a bola e no momento eu me divertia entre exercitar piques de corrida, como fazem os profissionais para esquentar os músculos, e a demonstração da firula.

A pirueta consistia em encostar a bola bem junto ao calcanhar do pé esquerdo e com o pé direito embaixo da bola dar uma passada bem esperta. Daí a trajetória da bola é exatamente igual à do arco urinário do Olímpio Brasiliense, só que no sentido inverso. E caía à minha frente pronta para o que desse ou viesse. Aí eu embromava um pouco, ciscava para um lado, para o outro, dava uma corridinha e fazia um passe à distância para me livrar da bola, antes que me pedissem umas embaixadas que eu não sabia fazer. Começado o jogo logo se percebeu o equilíbrio entre as equipes, o que fazia a peleja ficar mais pelo meio do campo, do que junto aos gols. Evanilo já se destacava em campo à vista de todos como o melhor jogador. Nenel, consagrado ponta-esquerda que jogava pelo Michel, ainda não havia feito porra nenhuma pois o jogo não deslanchava. Evanilo atuava com a camisa dez e tinha a tradicional função de jogadores como Pelé: fazer a armação da equipe.

O Michel impunha uma marcação homem-a-homem, o que atrapalhava um pouco o trabalho dele. Eu tinha no meu encalço o Marílio Cabral, que embora fosse mais leve do que eu, era muito esperto e veloz, além de troncudo. Imaginei mesmo que não conseguiria passar por ele em momento algum. Só que de repente Evanilo, vindo lá de trás, driblou o primeiro, avançou mais, passou pelo segundo e rapidamente pelo terceiro e já estava no meio do campo quando gritou: "Vai Carica", como me chamava carinhosamente. E lançou mais precisamente do que faria um Gerson nos seus grandes momentos.

A bola passou à direita de Marílio, deixando-o de costas para ela, e se postou à minha frente ainda em movimento. A torcida começou a vibrar e gritar: "Vai Cariê, faz Cariê. Vai e faz Cariê". Eu estava pouco além do meio de campo e já tinha o domínio da bola uns três metros na frente do meu marcador. Apesar das circunstâncias, a cabeça da gente não deixa de pensar. Primeiro armei a jogada. "Vou correr em diagonal em direção à trave e a uns cinco metros dela atrair o goleiro e marcar com um chutaço no lado mais desguarnecido." A situação era favorabilíssima porque o único marcador que havia por perto era o Marílio que continuava bem atrás de mim. Imaginei que havia chegado o grande dia de eu me redimir da fama de perna de pau, e perante uma platéia exuberante. Por uns momentos imaginei que nunca fora ruim de bola e sim não tinha companheiros como o Evanilo para armar as jogadas. Pensei que na verdade as posições que me davam para jogar, até às vezes de goleiro, eram sempre muito ingratas. Concluí então, face ao belo gol que iria fazer, que eu tinha vocação mesmo é para ser ponta-direita. Foi aí que pressenti a aproximação do Marílio e resolvi dar uma estocada final. Aumentei desesperadamente o meu pique num esforço tremendo e ia tocando a bola com pouca força, devagar, com o lado de dentro do pé para não dar chances ao goleiro e me esforçando cada vez mais na corrida.

Embora à distância, eu já via claramente a cara do goleiro e sem dúvida só me faltava escolher o canto em que chutar. De repente, já não ouvia mais os gritos da torcida, as vistas foram ficando turvas e um enjôo fortíssimo precedeu as seguidas e involuntárias golfadas de vômito. Fitei ainda uma vez o goleiro e vi claramente em sua expressão a dúvida se o que estava acontecendo seria um truque para afastá-lo de minha frente ou um fato real. Quando já não agüentava mais, larguei a bola de lado e corri em sentido oposto a ela, para dentro d'água, reduzindo a velocidade, amparado pelo Marílio, então vomitando copiosamente e me lamuriando, em altos brados: "Maldita boquinha". E Marílio gritava: "Evanilo , corre, vem cá depressa, pode ser um enfarte..."

Ah, sim, eis a ficha técnica do torneio: venceu o Dominó. O Bob's ficou em segundo. Evanilo foi o artilheiro. Cariê foi imediatamente substituído no time. O jogo foi 1x0 Bob's.

 

Fonte: ESCRITOS DE VITÓRIA — Bares, Botequins etc... – Volume 8 – Uma publicação da Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Vitória-ES.
Prefeito Municipal - Paulo Hartung
Secretário Municipal de Cultura, Esporte e Turismo - Jorge Alencar
Coordenadora do Projeto – Miriam Santos Cardoso
Conselho Editorial – Joca Simonetti, Pedro J. Nunes, Sérgio Blank
Assessoria Técnica – Biblioteca Municipal de Vitória
Revisão – Reinaldo Santos Neves, Enyldo Carvalinho Filho
Capa – Wagner Veiga, acervo do artista
Editoração Eletrônica - Edson Maltez Heringer
Impressão - Gráfica e ITA
Autor do texto: Carlos Lindenberg Filho (Cariê)
Compilação: Walter de Aguiar Filho, fevereiro/2018



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