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Eloi Ghio

O escritor, historiador, psicanalista Eloi Angelos Ghio é natural de Vitória (capital), estado do Espírito Santo. Vive desde a infância na cidade de Vila Velha, local original da invasão, conquista e colonização da antiga Capitania, há 471 anos. Como professor tem levado centenas de alunos, ano a ano, a conhecer e apaixonar-se pela rica histórica capixaba, fundada com documentos escritos pelo Capitão-mor Vasco Fernandes Coutinho, a 23 de Maio de 1535.

É filho do arquiteto e escultor carioca Archimedes Ghio, migrante na década de 1940 para o Esp. Santo. Deixou seu genitor obras marcantes no solo capixaba (Esculturas na Catedral Metropolitana de Vitória, Teatro Carlos Gomes, Cine Santa Cecília, Parque Moscoso, além de igrejas, praças, escolas, prédios, residências etc.), como no eixo Rio São Paulo e Minas Gerais. Seus avós-paternos, de origem italiana – Cesare Ghio e Tereza Sgarbi, respectivamente – desde 1888, época que vieram para o Brasil, construíram raízes. 

A mãe do escritor chamava-se Maria José Mathias, era natural de Alfredo Chaves município de ES. Filha de proprietários rurais – João Mathias (II) e Antônia Maria da Conceição Silva (famosa parteira) -, seus ancestrais vieram a partir de 1560 para o Brasil junto ao donatário-colonizador Duarte Coelho, primeiro administrador da Capitania de Pernambuco, sendo o autor descendente de diversas estirpes patriarcais: "Holanda", "Gomes de Mello", "Albuquerque", Cavalcanti", "Accioli", "Von der Leyen", "Barros Pimentel", "Rocha Barbosa", "Lins", estando ainda aparentado, via primos, a outras famílias como "Buarque", "Paes Barreto", etc. 

O jovem Eloi Angelos Ghio cumpriu o serviço militar obrigatório, tendo saído com "honra ao mérito". Trabalhou a seguir em diversos cargos no comércio. Em 1988 entrou para a Universidade. Aprovado em diversos vestibulares (Letras, Direito, Serviço Social, História), optou pelos cursos de Licenciatura e Bacharelado em História. Fez a seguir vários estágios e pós-graduações, entrando depois por concurso no serviço público.
Chegou a concursar na Universidade Federal do Espírito Santo, em 1992, desistindo da carreira do magistério superior para se dedicar ao ensino fundamental, médio e a maior de suas paixões: a literatura.

Declinou dois convites para filiação partidária, visando candidatura política. Tal recusa não o impediu de no inicio de 1992 a abril de 1993 estar voltado para a campanha nacional de aprovação por plebiscito do regime parlamentar de governo. Junto com um médico patologista, um ferroviário, dois advogados e um militar aeronauta chegou a fundar uma agremiação difusora do parlamentarismo (cuja adesão de personalidades gradas foi relativa), o Círculo Barão de Itapevi. Para a empresa, na qual atuou como 1º Secretário, fez reuniões com autoridades, intensa propaganda e viagens. Desligou-se desta entidade antes do plebiscito nacional, por desilusão com as propostas incoerentes de grupos de sectários. Encerraria naquela ocasião, definitivamente, seu flerte com o ativismo político. 

Em 1987 publicou o primeiro livro "Cruzando Fronteiras", através de uma edição 'pirata' mimeografada, vendida no centro de Vitória-ES, ainda como estudante do 2º grau.

Aos vinte e um anos publicou os primeiros poemas na imprensa. Data de 1983 seus primeiros poemas impressos em "A Tribuana". Continuou escrevendo versos e engavetando-os. Em 1992 começou a colaborar como cronista em jornais do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Continua até hoje, em menor rítimo, a escrever artigos. 

No começo de 2001 se profissionalizou como escritor. Reunindo textos em prosa (crônicas de jornal) aos de cunho lírico (poemas em versos livres e sonetos), veio ao prelo a obra “Sáurios e Deães”.

Em 2004 veio à público a obra de ficção histórica "Sete Máscaras", composta de contos-ensaios, em número de sete. Através de mais de duzentas referências bibliográficas, temas como crime passional, ciência-ficção, história política, vampirismo, guerra e imigração, transreligiosidade, sobrenatural, são tratados de forma excepcional pelo autor.

Finalmente em 2006, com lançamento previsto no Rio de Janeiro, com grande repercusão na mídia, depois no Espírito Santo, vem a lume a obra "Guerreiros, Estadistas, Intelectuais & A Real História da Faculdade de Direito do Espírito Santo". Obra com extensa pesquisa histórica e sociológica, cobrindo um vasto período que vai do século XVI, com o descobrimento do Brasil, até a ditadura militar brasileira, no ano de 1969, esmiuça o autor um longo roteiro de construção da nacionalidade brasileira, perfis biográficos de grandes vultos e a criação do primeiro curso superior do ES.

FORMAÇÃO E ÁREAS DE ATUAÇÃO:

Bacharel em História - Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

Licenciado em História - Universidade Federal do E. Santo (UFES).

Psicanalista Clínico - Associação Brasileira de Psicanálise Clínica/Sociedade Cultural Estudos Avançados em Psicanálise.

Pós-Graduado em "História do Espírito Santo: Séculos XIX - XX" - Instituto de Ensino Superior Professor Dr. Nelson Abel de Almeida - Vitória - ES.

Pós-Graduação em "Teoria de História" - Universidade Federal do Espírito Santos (UFES).

Dr. H.C. em Filosofia. Ae. Luc. University – Sidney – Austrália.

Dr. H.C. em Sociologia - Academia de Altos Estudios en Ceremonial de Buenos Aires- Argentina. 

Atua no magistério e no serviço público muinicipal de Vitória-ES, na administração pública e em consultorias.

Exerce consultoria nas áreas de História, Genealogia, Heráldica, Psicanálise.

Presidente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Cariacica-ES.

Presidente do Instituto de Ciências Biológicas, Políticas e Sociais Dom Vasco Fernandes Coutinho.

Membro Efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo.

Miembro Correspondente da Academia Nacional de Heráldica Santiago de Tunja -Colômbia.

Colegiado Correspondente del Centro de Estudios Historicos en Derechos Humanos Diego de Torres y Moyachoque "Cacique de Turmequé" - Colômbia.

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