Morro do Moreno: Desde 1535
Site: Divulgando há 16 anos Cultura e História Capixaba

Gil Veloso

Gil Veloso residiu na casa da Rua Luciano das Neves esquina com a Rua Castelo Branco

Pela demonstração do seu amor por Vila Velha, sua terra natal, Antônio Gil Veloso tornou-se ídolo de todos. A cidade já contava com cerca de 30.000 habitantes, aproximadamente, e era notório o aumento da população. O prefeito Gil Veloso, que governou de 1955 a 1958, continuou a tarefa de calçar as ruas da cidade, trabalho que estendeu também aos bairros de Aribiri, Argolas e Coby. Na sede, prolongou a rua Antônio Ataíde, desde o Grupo Escolar Vasco Coutinho até o bairro Jardim Itapuã, e com isso deixava de existir a rua do Lixo.

Construiu o cemitério de Santa Inês, com área aproximada de 20.000 metros quadrados, e ampliou a necrópole do Bosque, em Coby. Ajardinou e construiu um playground na Praça Duque de Caxias. Fez aterro, construção, drenagem e calçamento na rua Francisco Lacerda de Aguiar, em São Torquato, de modo a evitar os constantes alagamentos provenientes do mangue próximo. Instituiu o comércio em feiras livres no município, prática adotada ainda hoje. Apoiou a construção da Maternidade Nossa Senhora da Penha, em Jaburuna. Lutou pela retomada das áreas de terra do município em poder do estado, após o misterioso desaparecimento do livro tombo do município, contendo a escritura do patrimônio territorial doado por Luíza Grinalda, quando sucessora de Vasco Coutinho Filho, seu marido. Criou a Divisão de Engenharia e Serviços Públicos, órgão técnico responsável pelo planejamento e desenvolvimento urbano. Reorganizou o sistema tributário com reformulação do Imposto Territorial Urbano. Em 25 de novembro de 1958, sancionou a Lei que devolveu o nome tradicional da cidade, que assim voltou a chamar-se, definitivamente, Vila Velha.

 

Fonte: Vila Velha - Onde começou o Estado do Espírito Santo, 1999
Autor: Jair Santos
Compilação: Walter de Aguiar Filho, dezembro/2010

* * *

Explica-se: Durante as duas vezes que a cidade foi anexada à Capital do Estado (de 1931 a 1934 e de 1944 a 1947), recebeu o nome de Distrito do Espírito Santo de Vitória. Somente a partir de 1958, graças a iniciativa de Gil Veloso, a cidade passou a ter o nome oficial de Vila Velha, de acordo com a lei municipal nº 404, de 25 de novembro de 1958.

Gil Veloso residiu na casa da rua Luciano das Neves, onde atualmente é o escritório Imobiliário de André Pimenta. Confira na foto ao lado.

 

Fonte: Vila Velha - Seu passado e sua gente, 2002
Autor: Dijairo Gonçalves Lima
Compilação: Walter de Aguiar Filho, dezembro/2010

Personalidades Capixabas

Afonso Cláudio – Por Levy Rocha

Afonso Cláudio – Por Levy Rocha

Somos de opinião que a melhor maneira de homenagearmos a Afonso Cláudio seria a promoção do lançamento das suas obras completas

Pesquisa

Facebook

Leia Mais

José Luiz Pipa Silva: a gozação - Por Sérgio Figueira Sarkis

José Luiz Pipa Silva, ou Pipa, como todos o tratavam, era de rara inteligência

Ver Artigo
Jayme Fernandes Figueira - Por Sérgio Figueira Sarkis

Ficou em Recife até 1925, quando o destino o fez encontrar o senhor Anthenor Guimarães

Ver Artigo
O Dial Capixaba – Por Maria Lúcia da Silva

Nessa conjuntura, nasceu em Vitória a primeira emissora em freqüência modulada, a Cariacica FM, inaugurada em 1975 

Ver Artigo
O Tribunal de Contas – Por Eurico Rezende

Cogitada desde o início do Império, a criação de um órgão de controle orçamentário e financeiro só se verificou em 1890, mercê do gênio de Ruy Barbosa

Ver Artigo
Liberalismo e Solidarismo – Por Eurico Rezende

Estão registrados, quer em passado remoto, quer em época recente, antes de encerrar minha carreira eleitoral

Ver Artigo