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Administradores do Passado - Por Eurípedes Queiroz do Valle

Família Monteiro

Os 10 mais destacados

 

 

1) Francisco Gil de Araujo. Foi, cronologicamente, o nono Donatário da Capitania. Assumiu o governo em 1675, depois de adquirir a Capitania por dez mil cruzados ao seu antecessor Antonio Luiz Gonçalves da Câmara Coutinho. Era militar. Veio da Bahia. Foi considerado pelos historiadores como “o homem de mais ampla visão dentre os que passaram pela administração capixaba na fase colonial”. Com ele trouxe muitos casais de colonos a quem doou terras para incentivar sobretudo a cultura de cereais e da cana de açúcar. Reconstruiu as Fortalezas e os Templos. Edificou a Casa da Câmara de Vila Velha. Promoveu a facilitou as “entradas” à serra das Esmeraldas na busca de ouro. Fundou a Vila de Guarapari, que instalou em março de 1679. Prestigiou a Justiça Pública, dando uma Ouvidoria Independente à Capitania. Homem bom e piedoso deu “sepultura decente” a Vasco Fernandes Coutinho, primeiro Donatário, e mais uma série de medidas que o consagraram, em verdade, como um dos maiores governantes do Espírito Santo.

Fonte de estudos: História da Província do Espirito Santo de Misael Penna. “Edição de 1844. Braz da Costa Rubim, “Memória Histórica e Documentada da Província do Espírito Santo” Ed. de 1841. “História do Estado do Espírito Santo” de José Teixeira de Oliveira. Ed. de 1951. Rio.

2) Francisco Alberto Rubim. Administrou o Espírito Santo de 1812 a 1819. Foi quem inaugurou a emancipação do governo do Espírito Santo, até então subordinado ao da Bahia. Encontrou a Capitania em condições materiais, morais e econômicas precaríssimas. Realizou um governo fecundo e meritório. Coube-lhe a tarefa de abrir estradas para facilitar a imigração e colonização da Capitania. Promoveu a vinda de colonos açorianos para nela se fixarem, dando-lhes os necessários recursos. Fundou hospitais. Incentivou a navegação fluvial. Regulou os limites da Capitania. Promoveu a cultura do trigo, linho, cânhamo e café. Desbravou os sertões criando os “Quartéis”, muitos dos quais se transformaram, depois, em Vilas e Cidades. Sacudiu, em suma, a velha Capitania esquecida e maltratada, tirando-a da sonolência e improdutividade em que jazia. A cidade de Vitória hoje recorda a administração que realizou dando o seu nome a um dos antigos bairros, hoje dos mais populosos, que é a atual Vila Rubim, já incorporado, pelo progresso e desenvolvimento, à zona urbana da Capital.

Fonte de estudos:- Misael Ferreira Penna “História da Província do Espírito Santo. Ed. de 1944. Rio. Luiz Derenzi. “Biografia de uma Ilha (Vitória) Ed. Pongetti. Rio. 1969. José Teixeira de Oliveira. “História do Estado do Espírito Santo”. Ed. Rio. 1951.

3) Dr. José de Mello Carvalho Moniz Freire. Governou o Espírito Santo por duas vezes: no quadriênio iniciado em 1892 e no que se inaugurou em 1900. Coube-lhe a ingente e difícil tarefa de preparar e lançar a infraestrutura legal e jurídica do Estado para a vida republicana que se iniciava. Deu-lhe uma legislação modelar, lembrada e ainda hoje admirada pelos juristas contemporâneos. Incentivou a imigração com excelentes elementos europeus, notadamente alemães, poloneses e italianos. A legislação sobre terras e colonização que nos legou, pelos avanços que trazia, poderia, ainda hoje, servir de modelo para a reforma agrária que se pretende implantar no País nos últimos tempos. Integrado o Estado no regime republicano com o anteprojeto de Constituição que elaborou e que o Congresso homologou, voltou-se para o problema da produção e da viação, cabendo-lhe inaugurar a primeira estrada de ferro espírito-santense, deixando um plano completo de estudos para estradas de rodagem para as zonas mais férteis e promissoras do Estado. Os espírito-santenses reverenciaram a sua memória dando o seu nome a uma das cidades do Estado (Cidade de Muniz Freire) antiga Espírito Santo do Rio Pardo e a uma das principais ruas da Capital. Pela grandiosa obra legislativa que nos legou é justamente considerado o Patrono da Justiça Espírito-santense, sendo que o Palácio de sua sede tem oficialmente o seu nome.

Fontes de estudos: “História do Estado do Espírito-Santo do Dr José Teixeira de Oliveira, Ed. Rio. 1951. “Homens e cousas do Espírito Santo” do Professor Amancio Pereira. Ed. Vitória. 1914. Prof. José Paulino Alves Junior. Moniz Freire. 1963. Vitória, “A vida e obra de Moniz Freire”. 1960. Dr. Marcelo Antonio de Souza Basilio. Ed. Vitória.

 

4) Dr. Jerônimo de Sousa Monteiro. Dirigiu os destinos do Espírito Santo no quadriênio 1908-1912. Deve-se-lhe a transformação radical da velha capital colonial que encontrou, numa moderna cidade que dotou de água, luz, esgotos, bondes, praças, jardins, belos edifícios públicos, avenidas, colégios que, ainda hoje, enfeitam a cidade e atestam eficiência de sua fecunda administração. O atual Palácio do Governo, com a sua bela escadaria ornamental, o Palácio do Congresso Legislativo, o Palácio da Justiça, o edifício da Santa Casa de Misericórdia e tantas outras obras, são, ainda hoje, testemunhas vivas desse seu operoso e extraordinário governo. A instrução pública e os modernos processos pedagógicos mereceram, também, sua cuidadosa atenção. O belo edifício da Escola Normal Pedro II de hoje é o mesmo de sua administração. A eficiência de seu governo deve-se não só à sua alta visão administrativa como à habilidade com que soube escolher a brilhante equipe de auxiliares de que se cercou, o que lhe permitiu levar a bom termo as corajosas reformas que planejou. A sua memória está hoje perpetuada nas cidades, bustos, ruas, praças, avenidas, jardins, instituições que ostentam o seu nome em todos os Municípios do Estado.

 

Fontes para estudo: Prof. José Teixeira de Oliveira. “História do Estado do Espírito Santo”. Ed-1951. “Biografia de uma Ilha” do Prof. Luiz Derenzi. Ed. Rio. 1951. “História do Estado do Espírito Santo” da Profa. Maria Estela de Novais. Ed. Rio. 1969. “Biografia de Jerônimo Monteiro” de Cristiano Dias Lopes Filho. Vitória. 1945. Jair Etienne Dessaunne “Jerônimo Monteiro. Sua vida e sua obra”. Ed. Vitória. Jornal “A Gazeta”. 1970.

5) Dr. Bernardino de Souza Monteiro. Governou o Espírito Santo no quadriênio 1916-1920. Foi o primeiro administrador espírito-santense que anteviu os perigos e inconvenientes da monocultura do café para a economia do Estado. Voltou-se, inteiramente para o problema e procurou incentivar e proteger novas fontes de riqueza entre as quais merecem destacadas a cultura do algodão e do cacau no norte e no baixo Rio Doce. Dominado por esse objetivo central, coube-lhe instituir prêmios de estímulos a agricultores e fazendeiros, além de construir estradas nas zonas mais propícias do interior. Construiu, então, a que demanda o fertilíssimo Município de Afonso Cláudio, passando por Santa Teresa e Figueira do Rio Doce, além de outras procurando ligar o então Porto do Cachoeiro de Santa Leopoldina à estação de Alfredo Maia, bem como a de Lage à Boa Família etc. Se considerarmos a situação econômica em que encontrou o Estado e a situação do País, em guerra; a queda do preço do café; a alta cambial e um orçamento deficitário que não chegava a cinco mil contos de réis e outras circunstâncias de natureza administrativa, pode-se dizer que esse período foi um dos mais difíceis da história republicana espírito-santense. E todas essas dificuldades ele as enfrentou corajosamente, procurando resolvê-las, imprimindo aos negócios públicos uma linha de severa honestidade e rigorosa economia.

Fontes de estudo: “Bernardino Monteiro, sua vida e sua obra”. Conferência de Eurípedes Queiróz do Valle. Prefeitura Municipal de Vitória. Dezembro de 1942. “Heráclito Pereira. “O Quadriênio 1916, 1920, e a ação administrativa do Presidente Bernardino Monteiro. Estudo comparativo”. Imp. Of. Vitória. 1943. Bernardino Monteiro. “Mensagem e Relatório final de uma administração. “Imp. Of. Vitória. 1920.

6) Coronel Nestor Gomes. (1920-1924) Iniciou o seu governo num momento político de grande agitação partidária. Chegou a ter a sua eleição contestada. Serenados os ânimos, voltou-se inteiramente para os problemas que julgava fundamentais a uma administração: estradas e escolas. Aos chefes políticos que o procuravam costumava dizer: se desejam caminhos e instrução, estão desde já atendidos. Fora daí vamos examinar o que pretendem. Não possuía títulos acadêmicos ou universitários, mas era dotado de aguda inteligência e de um grande conhecimento das coisas e dos homens, haurido numa vida de negócios na indústria e no comércio. O historiador Dr. Luiz Derenzi no seu precioso livro “Biografia de uma Ilha” (Ed. Pongetti. Rio. 1965) denominou-o de “um homem simples com ideias de gigante”. Conhecia bem os problemas do Estado e fácil lhe foi traçar um plano geral para resolvê-los, plano que confiou ao seu Diretor-Geral de Obras Públicas, o notável engenheiro Dr. Florentino Avidos. Sentiu, porém, que nos quatro anos de seu governo, era impossível dar a todos a solução desejada. Preparou então para suceder-lhe esse seu auxiliar. Quando o engenheiro Avidos assumiu o governo do Estado, costumava dizer aos seus íntimos que fora aquele o maior serviço prestado ao Espírito-Santo. Pontilhou o Estado de Grupos Escolares e sem contar com os modernos meios de construção de estradas levou-os aos mais longínquos rincões. Foi no seu governo que os automóveis e caminhões começaram a penetrar e devassar o interior espírito-santense.

 

Fontes de estudos: Dr. Luiz Derenzi. “Biografia de uma Ilha”. Rio. Pongetti. 1965. “História do Estado do Espírito Santo” José Teixeira de Oliveira. Rio. 1951. “Micrólogos” Euripedes Valle. Ed. Vitória. 1968. Nestor Gomes. Josias Soares. “Discurso” Rev. Vida Capixaba. Dezembro. 1929.

7) Engenheiro Florentino Avidos. Governou o Estado no quadriênio 1924-1928. Continuou a obra de seu antecessor cujo plano geral havia ajudado a elaborar. Cercou-se de uma equipe de jovens engenheiros a começar pelo seu filho, o Dr. Moacir Avidos a quem entregou a Prefeitura da Capital e depois a Secretaria da Viação e Obras Públicas, então considerada a mais importante da Administração. Reconstruiu, em bases modernas, a Capital, alargando e retificando ruas, abrindo Praças, ampliando Jardins, substituindo velhas ladeiras por artísticas escadarias ornamentais, construindo edifícios públicos modernos, etc. Deve-se-lhe a construção das duas maiores pontes do Estado: a que veio ligar a Capital ao continente que hoje tem o seu nome e a da cidade de Colatina, sobre o Rio Doce, numa extensão aproximada de mil metros. (980). Essas duas pontes integraram, por assim dizer, a base física territorial do Estado então dividida em duas metades e marcaram o início do grande surto de progresso e prosperidade não só da Capital, cujo acesso facilitou, como da metade norte do Espírito Santo até então isolada e deserta. Para essa zona afluíram desde logo, levas e levas de agricultores que transformaram o Município de Colatina no maior produtor de café do Brasil e a sua sede num dos grandes centros comerciais e industriais do Estado. Reconstruiu e aumentou consideravelmente a sua rede rodoviária ligando a Capital à sede de todos os seus Municípios.

Fonte de estudo: Luiz Derenzi. “Biografia de uma Ilha”. Ed. Pongetti. Rio. 1965. “Florentino Avidos. “Sua vida e seu Governo. “Discurso Parlamentar. Senador Atílio Vivacqua. Rio. 1934. “Presidente Avidos. “Eurípedes Valle, in “Micrólogos” Ed. Imp. Off. Vitória. 1968.

8) General João Punaro Bley. O seu governo iniciado com a Revolução de 1930 se prolongou até 1945. Exerceu-o como Interventor Federal e como Governador eleito. Voltou a sua atividade administrativa, preferentemente, para os problemas econômicos, procurando desenvolver as fontes de produção e de riqueza e para a instrução. Coube-lhe construir o belo Cais de Minério, fronteiro à Capital, obra então considerada arrojada e de grande valor econômico, pois que proporcionou o embarque rápido do minério de ferro que descia das jazidas mineiras. Desenvolveu, em bases novas e científicas, a agricultura, criando no Município de S. Teresa, a Escola Agrotécnica e outros Centros de estudos agrícolas. A educação e notadamente a educação física lhe mereceu especial carinho. O maior estádio da época tem hoje o seu nome, dado o interesse, o estímulo e a ajuda material que deu para a sua construção. Concorreu, por outro lado, para que a Escola Técnica Federal, hoje estabelecimento modelar, se concretizasse e atingisse a sua finalidade educativa. Amparou a fundação da Faculdade de Direito, reconhecendo-a de utilidade pública, encampando-a, dando-lhe valioso patrimônio o que permitiu o seu reconhecimento pelo Governo Federal e a sua incorporação, hoje, à Universidade Federal do Estado.

Fontes de estudo: Heraclito Pereira. “Palavras...” discurso de paraninfo. Faculdade de Direito. Vitória, 1936. “Governos Republicanos no Espírito Santo”. Mário Aristides Freire. Ed. Imp. Of. Vit. 1947. Relatório final de Governo. João Punaro Bley. Imp. Of. Vit. 1946.

 

9) Dr. Jones Santos Neves. Por duas vezes esteve à frente dos destinos do Estado: como Interventor Federal (1943-1945) e como Governador constitucional eleito (1950-1954). Encarou, de frente, todos os problemas fundamentais do Estado. Aumentou consideravelmente a área habitacional da Capital promovendo e conquistando ao mar a grande área hoje conhecida por “esplanada capixaba” o que permitiu que a cidade pudesse se expandir e modificar, inteiramente, a sua velha fisionomia com a construção de largas avenidas e vistosos arranha-céus. Coube-lhe assistir a passagem do 4º centenário da cidade, acontecimento que registrou e festejou com uma série de iniciativas grandiosas. Criou a Universidade do Estado, o que lhe valeu o título de “Benemérito do Ensino”, conferido por todas as Instituições culturais existentes. Promoveu a publicação comemorativa de uma História completa do Estado, trabalho que confiou ao historiador Dr. José Teixeira de Oliveira, e que se destaca, sobretudo, pela riqueza da documentação. Dentre as muitas obras e iniciativas de vulto que realizou destacam-se a rodovia que prolongou até a fronteira sul do Estado e que permitiu a ligação direta da Capital com o Rio de Janeiro, além das duas monumentais pontes sobre o Rio Doce como a da cidade de Baixo Guandu, ao norte, que tem hoje o seu nome e a de Linhares, ao sul, a que deu o nome do Presidente Getúlio Vargas. Esta última, pela sua extensão e feitio, constitui obra de notável beleza arquitetônica. A ela se deve o desenvolvimento rápido da velha cidade de Linhares e o surto extraordinário da então incipiente cultura do cacau que faz, hoje, a riqueza de toda a zona cacaueira do largo estuário do baixo Rio Doce.

 

Fonte de estudo: “O atual Governo do Estado”. Discurso. Des. Eurípedes Queiróz do Valle. Comemorativo do 2º aniversário de Governo. Imp. Of. Vit. 1952. “As comemorações do Quarto Centenário de Vitória. A atuação do Governo”. Discursos e Conferências. in “A Casa do Espírito Santo” (Instituto Histórico) de Eurípedes Valle. Imp. Of. Vitória. 1944. Último Relatório de uma administração. Publicação Oficial. Vitória. 1955.

10) Dr. Carlos Fernando Monteiro Lindemberg. Dirigiu o Espírito Santo em dois quadriênios: 1945-50 e 1959-63. Devotou-se ao problema econômico que considerou básico para a vida do Estado naquele momento. Daí o preocupar-se, de preferência, com a agricultura e o transporte. Procurou, por isso, ampliar as rodovias já existentes, abrindo novas. Ligou a Capital às vizinhas cidades de Espírito Santo (Vila-Velha) e Cariacica por novos caminhos asfaltados, o que concorreu para o rápido desenvolvimento das mesmas que passaram à categoria de arrabaldes da Capital. A interligação desses centros urbanos com as velhas cidades de Viana e da Serra por estradas federais permitiu, por outro lado, que já se cogite da formação da “Grande Vitória” como meio de promover e facilitar a solução dos problemas comuns à região. Procurou, igualmente, ligar os centros de produção do interior aos mercados da Capital. Não descuidou da ampliação e embelezamento da cidade que procurou ligar aos populosos bairros de Suá, Praia Comprida e Maruípe por meio de largas avenidas, destacando-se a da Beira-mar que oferece ao visitante os belos panoramas da entrada do Porto com as suas ilhas verdejantes e suas enseadas tranquilas.

 

Fonte de estudo: “Pequeno Dicionário Informativo do Estado do Espírito Santo”. Eurípedes Queirós do Valle, Ed Im. Of. Vitoria, 1959. Mensagens Governamentais. 1950-63. “Governos do Estado”. Discursos. Heráclito Pereira. Rev, do Instituto Histórico. N. 26 Ano 1964.

 

 

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Fonte: O Estado do Espírito Santo e os Espírito-santenses - Dados, Fatos e Curiosidades (os 10 mais...) - 4° Edição (Reedição da 3ª ed. de 1971)
Autor: Eurípedes Queiroz do Valle
Compilação: Walter de Aguiar Filho, Maio/2022
Foto: A família Monteiro, em 1892; Jerônimo Monteiro, aos 22 anos, está no centro da foto. Do seu lado esquerdo, o irmão Bernardino e, sentado ao lado da mãe, padre Fernando que a partir de 1902 se tornou bispo

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