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Capítulo II A redescoberta do Brasil: a corte no exílio e os viajantes estrangeiros

Aldeamento Indígena

Aquele ano de 1808 mudou definitivamente a face do Brasil como era até então conhecido, ou melhor..., desconhecido, afinal “pode-se afirmar que até o começo do século XIX o mundo não conhecia a respeito da flora, da fauna e da geografia do nosso país”(28).

Todo aquele processo colonizador que tinha o “arcaísmo como projeto” caiu por terra. Segundo Patrick Wilcken “com um único e histórico decreto, o Príncipe Regente [D. João VI] eliminou o mais oneroso fardo colonial do Brasil: abriu os portos à navegação de todas as nações amigas”(29). O atraso não era mais aceitável e nem mesmo possível. Essa terra era, naquele momento, a sede de um dos maiores Impérios Coloniais que se conheceu, com diversos territórios ocupados desde a Ásia até a América.

A fuga de Lisboa, devido à ameaça napoleônica de invasão, fez com que aquele imenso “Império à deriva”, nas palavras de Patrick Wilcken, lançasse ferros e fundeasse seus navios na baía de Guanabara em março de 1808. Uma verdadeira esquadra composta por aproximadamente 36 grandes navios, ocupada, entre os diversos objetos de arte, riquezas, documentos, livros, bens pessoais da família real, por cerca de 15 mil pessoas, a nata da burocracia portuguesa,

 

um vasto séquito de cortesãos – cirurgiões reais, confessores, damas de companhia, encarregados do guarda roupa do rei, cozinheiros e pajens – juntou-se à nata ilustre da sociedade lisboeta:conselheiros de estado, assessores militares, padres, juízes e advogados, juntamente com suas famílias extensas.(30)

 

Uma enorme operação de guerra com um objetivo em mente: “transportar Portugal pelo mar” para que o mesmo não fosse conquistado por Napoleão, a exemplo do que havia acontecido com diversos outros pequenos e grandes reinos por toda a Europa, onde as antigas dinastias reais tiveram que abdicar de seus títulos, e privilégios, em prol de conquistadores franceses indicados diretamente por Bonaparte.

A transposição da corte para os trópicos tornou-se, ao mesmo tempo, real(31) e inimaginável. Apesar de compor elemento de destaque dentro do cenário colonial português, o Rio de Janeiro, capital da colônia naquele momento, ou até mesmo Salvador, não possuíam qualquer tipo de estrutura para receber um acontecimento de tal magnitude, dessa forma a Família Real não tinha a mínima ideia do que lhe aguardava no Brasil.

Com uma recepção marcada pela pompa, os portugueses chegam ao Rio de Janeiro e ao desembarcarem se depararam com o abismo que havia entre a Lisboa, capital de um império, e seus subalternos. Com problemas de moradia, adequação de espaços, e ausência de uma estrutura burocrática capaz de atender as demandas do aparato imperial, a chegada ao Rio de Janeiro se transformou em uma verdadeira catástrofe do ponto de vista político. Devido a essa insuficiência institucional,

 

No palácio real, o trabalho prosseguiu em ritmo acelerado. Os caixotes repletos de arquivos, documentos estatais, correspondência ministerial e livros que tinham viajado com a frota foram arrumados em seus lugares, criando-se toda uma estrutura institucional. O protótipo era Lisboa, e não tardou a haver um completo aparelho de Estado em funcionamento. Os primeiros meses assistiram à criação de entidades por ordem real de D. João: uma Suprema Corte, uma Tribuna de Recursos, um Conselho Militar, um Ministério da Fazenda e uma Câmara de Comércio, Indústria e Navegação, quase todos réplicas de instituições portuguesas, trazendo apenas a seus nomes a expressão “do Brasil”. (32)

 

Para além da implantação de todo esse aparelho de estado, fez-se brotar sobre a antiga cidade colonial do Rio de Janeiro, que estava “espremida entre o mar e uma série de manguezais insalubres, do morro do Castelo ao de São Bento, delineada por ruas estreitas e tortuosas, com casas desprovidas de comodidades”(33), um novo espaço urbano, agora tomado totalmente pela perspectiva de se tornar uma cidade imperial, com “A Escola de Marinha, instalada no Mosteiro de São Bento; a Escola de Artilharia e Fortificações, na Casa do trem; o Jardim Botânico; a Fábrica de Pólvora; o Hospital do Exército, entre outros, alteraram radicalmente o cenário da cidade”(34). Então, com o início do processo de reformulação da estrutura urbana

 

as varandas mouriscas de treliça, que compunham a fachada de muitas casas do centro, foram proibidas e substituídas por janelas ou grades de ferro. Sua retirada desobstruiu algumas ruas mais estreitas, permitindo a passagem da luz e deixando que o ar circulasse mais livremente. As praças da cidade foram esvaziadas e, de acampamentos improvisados para as tropas de mulas que vinham do interior, foram convertidas em praças de armas em estilo ibérico. Pavimentaram-se ruas, drenaram-se charcos e se projetaram diversas obras de infraestrutura. A construção de casas, incentivada por generosas isenções de impostos, aos poucos teve início ao norte das áreas centrais superpopulosas e, com o tempo, a Cidade Nova ergueu-se das terras alagadiças aterradas. [...] Aprovou-se a criação de um Jardim Botânico, e D. João inaugurou o Horto Real, numa área próxima a uma grande lagoa, aos pés da montanha do Corcovado, a vários quilômetros do centro da cidade(35).

 

As mudanças estruturais foram remodelando não somente o espaço urbano, mas as sociedades de corte e coloniais, já que para muitos, a chegada da Família Real ao Brasil foi, definitivamente, a engrenagem que faltava para a inserção dessa colônia em um coeso, e bem definido processo civilizador, tendo em vista que aquela visão idílica contida na “certidão de nascimento do Brasil” foi substituída por características mais brutas, e que denegriam a população colonial brasileira, quando a mesma passou a ser nomeada de indolente, selvagem, ociosa, pagã e degenerada pela mestiçagem. Estigmas incorporados por muitos estrangeiros, e até mesmo pelos portugueses exilados, como é o caso do arquivista real Luiz Marrocos, que em carta a seu pai, em Lisboa, relata que “o Brasil era uma terra de sevandijas, com uma população indigníssima, soberba, vaidosa, libertina”(36).

No entanto, o fato é que o isolamento da colônia causado pelo protecionismo extremo do governo português levou o Brasil ao desenvolvimento de práticas e culturas próprias, que distanciou a realidade da colônia cada vez mais de sua metrópole, e a ausência de elementos culturais múltiplos e diversos fez com que a elite colonial se tornasse bruta e desalinhada com o que se esperava de uma classe dirigente.

Um exemplo claro desse abismo cultural e de formação social criado pelo pacto colonial português está na ausência de um sistema de ensino, que aos moldes europeus, formasse a classe dirigente. Ao contrário das colônias hispânicas na América, o Brasil não possuiu, até o século XIX, uma universidade sequer. Sabe-se que

 

enquanto a Espanha espalhou universidades pelas suas colônias – eram 26 ou 27 ao tempo da independência – com o objetivo de formar profissionais indispensáveis ao processo de expansão de suas possessões, Portugal não permitiu o ensino superior em terras brasileiras a não ser para as carreiras eclesiásticas, pois o intuito era manter o Brasil sob o seu domínio(37).

 

Dessa forma, o que de fato pode ser compreendido nesse processo é que a demanda real por serviços das mais diversas naturezas tornou impossível a manutenção de um isolamento apoiado principalmente no fechamento dos portos e na negação do acesso estrangeiro ao território brasileiro. O decreto de abertura dos portos às nações amigas mudou em definitivo o cenário colonial, trazendo, como pode ser percebido por meio do fluxo de embarcações adentradas nos portos brasileiros (Tabela 1), uma torrente de imigrantes provenientes dos múltiplos reinos da península italiana e da Confederação Germânica, além de ingleses, americanos, espanhóis, e, após o término da guerra, uma onda de franceses, todos buscando nesse “Novo Brasil” uma oportunidade e a sacies para a curiosidade que cercava o imaginário estrangeiro sobre um território há muito conquistado, porém, pouco conhecido.

 

Tabela 1: Navios entrados no Rio de Janeiro (1805 - 1810)

 

Ano---------------Portugueses----------Estrangeiros

1805--------------------810---------------------0

1806--------------------642---------------------0

1807--------------------777---------------------0

1808------------------- 765---------------------90

1809------------------- 822---------------------83

1810------------------- 1214--------------------422

 

Fonte: NEVES; MACHADO, 1999, p. 37

 

Nesse contexto de acesso estrangeiro aos brasileiros, pode-se afirmar que, se com as Guerras Napoleônicas a influência inglesa se tornou predominante até 1815, o que ocasionou uma inundação dos mercados brasileiros por produtos manufaturados britânicos, o fim do conflito fez reascender na sociedade portuguesa o gosto pelo refinamento e requinte francês. A partir de 1816 é dada a largada para as denominadas missões culturais francesas, e “a meta de civilizar seu antigo porto colonial, perseguida pela corte no Rio, superou qualquer resíduo de ressentimento contra o regime que a obrigara a fugir”(38), dessa forma, “no Brasil, o Rio de Janeiro representaria o papel de Paris, assumindo a posição de irradiador das luzes”(39).

Arte, moda, comida, enfim, um novo estilo de vida tomou conta do cenário tropical português. Enquanto produtos brutos de origem inglesa chegavam à alfândega carioca, o requinte e o refinamento desembarcavam em obras de arte francesas, óperas italianas, músicos austríacos e germânicos e livros dos mais distantes cantos do mundo, que se anteriormente eram proibidos, agora inundavam as bibliotecas reais e particulares, além das diversas livrarias que se espalharam pelas principais cidades brasileiras. Dessa forma percebe-se que

 

nos avisos da Gazeta do Rio de Janeiro, aumentaram vertiginosamente as ofertas de produtos franceses de luxo, tais como quadros, papel pintado, ourives francês; panos de linho, cambraias, plumas; vestígios das últimas modas oferecidos por Carlos Durand; vinhos em barrica e em garrafas de Bordeaux, licores engarrafados, vinhos de Champagne; e, mesmo, pão fabricado “com trigo lavado à moda de França”(40).

 

Enfim, a vida cultural começa a dar novos ares ao Rio de Janeiro, e ao mesmo tempo contribui para aumentar o distanciamento social entre aqueles que aqui já estavam e os que chegaram sob a tutela real. “Essa sociedade aristocrática ditava as regras do bom gosto e, com ele, o luxo penetrou na cidade”(41).

Essa mudança radical no comportamento social fez com que os novos parâmetros culturais fossem se fortalecendo e ampliando. Por toda a cidade, ateliês, herbários, livrarias, cafés e até mesmo um teatro para mil pessoas surgiram, “afinal, desde a Versalhes de Luis XIV (1661 – 1715), as atividades do espírito tinham passado a integrar o modelo de corte que se difundira pela Europa”(42). No entanto,

 

se a civilidade, o luxo, o conforto, o gosto pelas artes, o teatro e a música enraizaram-se nas camadas da elite, costumes rudes e violentos persistiam, de modo geral, no cotidiano das populações rurais, e, no próprio meio urbano, a presença da escravidão continuava a exigir o recurso indispensável da força e da violência para garantir a ordem e os privilégios da minoria branca(43).

 

Dentro desse contexto de abertura de portos e fortalecimento de novas perspectivas culturais é que começam a desembarcar no Brasil um número cada vez maior de estrangeiros com vistas a “desvendar” e “desbravar” o Brasil, a exemplo das missões culturais francesas compostas por nomes como o dos irmãos Taunay, Debret, Sigismund Neukomm e Joachin Lebreton, que para realizar tal projeto ganharam apoio e financiamento real.

Se raros eram os relatos de viagem sobre o Brasil durante os séculos XVI e XVIII, percebe-se uma efervescência desse gênero literário a partir do século XIX. O elevado número de estrangeiros, das mais diversas nacionalidades e ocupações, como comerciantes, burocratas, médicos e artistas, começaram a produzir uma vasta gama de registros, que iam de simples cartas à família que ficou do outro lado do atlântico, a complexos livros contábeis. Entretanto, dois gêneros ganharam significativo destaque nesse período: os diários de viagem e as grandes obras analíticas da fauna e flora brasileiras.

Produções do período que merecem significativo destaque são a do Príncipe Maximiliano de Wied-Neuwied, que esteve no Brasil entre os anos de 1815 e 1817; Auguste de Saint-Hilaire (1817 – 1822), que publicou vasta obra sobre a flora, fauna, costumes, política e administração brasileira; Carl P. Von Martius e Johann B. Von Spix (1817 – 1820), provavelmente no hall dos viajantes que mais percorreram o Brasil; Louis-François Tollenare (1816 – 1818), com um significativo relato sobre os acontecimentos e personagens da Revolução Pernambucana de 1817; Jean-Baptiste Debret (1817 – 1831), que publicou entre os anos de 1835 e 1839 a magnífica obra Viagem pitoresca ao Brasil com uma riqueza de desenhos, gravuras e pinturas que retratavam o cotidiano, principalmente, da cidade do Rio de Janeiro; e Thomas Ender, pintor austríaco que esteve no Brasil em 1817, como membro da delegação da Arquiduquesa Leopoldina, por ocasião do casamento da referida com Pedro de Alcântara (futuro D. Pedro I, Imperador do Brasil).

Essa constante e marcante presença dos viajantes e dos membros das missões científicas evidenciou o fato de que “nenhum país do novo mundo era, nessa época, melhor nem tão bem estudado quanto o Brasil”(44), sendo que o pioneirismo dessa sistematização deve-se a Maximiliano de Wied-Neuwied, pois, “foi, sem dúvida, o primeiro grande cientista que não se restringiu a colecionar material, mas que conseguiu sistematizá-lo e publicá-lo”(45).

Acompanhados, geralmente por um pequeno grupo, hora composto por negros, índios, tropeiros, hora somados a soldados, caçadores, ilustradores e artistas, os viajantes cortaram o Brasil em diversas direções, tendo como ponto de partida, em sua grande maioria, a cidade do Rio de Janeiro.

Tomados pelo espírito enciclopedista dos iluministas dos séculos XVII e XVIII, que possuíam a proposta de apreensão totalizante do conhecimento, característica marcante nas ciências modernas e extrapolada na Enciclopédia de Diderot, os “cientistas viajantes” buscaram apreender o maior número possível de informações sobre aspectos relevantes da “exótica” natureza brasileira.

A catalogação, ilustração, descrição e armazenagem de exemplares da fauna e da flora tornaram-se marcantes nessas expedições. Sobre os lombos de tropas de muares tornou-se possível transportar algumas dezenas de caixas com as mais diversas espécies do nosso ambiente nativo.

À medida que as viagens foram ganhando um maior número de adeptos, maior passou a ser o número de mecenas que abraçaram esse novo modelo de se produzir ciência. Até mesmo países estrangeiros passaram a fomentar e a patrocinar tais empresas com vistas a empreendimentos econômicos futuros. No caso da coroa portuguesa, que patrocinou diversas dessas incursões, às vezes diretamente, outras indiretamente, vislumbrou-se o grande potencial político-econômico das incursões realizadas por todo território.

Porém um fato deve ser colocado sob atenção. Apesar do crescente número de viagens e expedições científicas que despontaram durante todo o século XIX, com vistas à ampliação dos horizontes de pesquisa da história natural e “para a operação racional de transformação da natureza em saber científico”(46), como defendido por Humboldt, diversos foram os contestadores dessa metodologia de pesquisa devido “ao restrito tempo que dispunha o viajante para observar, descrever e classificar todo o mundo recém descoberto”(47), haja visto que, segundo Georges Cuvier, “um pesquisador viajante, ao percorrer grandes distâncias, não podia deter-se a tudo que via e o impressionava, tamanha a quantidade de objetos e exotismo com o qual se deparava ao longo de sua trajetória”(48), fato que não ocorre com aqueles que se dedicam à chamada pesquisa de gabinete.

O fato é que o alargamento desses horizontes fez com que as viagens passassem a se tornar primordial e até mesmo central nesse processo de crescimento das, hoje denominadas, ciências naturais, e no caso brasileiro

 

depois desse impulso inicial, de paisagistas a botânicos, de negociantes a aventureiros, inúmeros foram aqueles que quiseram ver com os próprios olhos os exotismos, as belezas e as riquezas do território que durante séculos o português protegera dos curiosos. Desse heterogêneo grupo de visitantes, não foram poucos os que, com mais ou menos detalhes, com mais ou menos simpatia, relataram as suas pitorescas experiências no Novo Mundo(49).

 

Enfim, foi nesse contexto de fugas e descobertas, de místico e profano, de barbárie e civilidade, que as expedições científicas do século XIX inseriram a Capitania do Espírito Santo no mapa das terras bravias a serem desbravadas.

Terra de lugares inóspitos e morada dos famigerados botocudos, o Espírito Santo, mesmo depois de 400 anos, ainda era uma incógnita inserida entre as três maiores províncias brasileiras daquele período e marcada por um rio, que apesar de receber o nome de Doce, parecia muito mais uma ferida no orgulho português, que por um longo tempo sangrou, com o sangue daqueles que se aventuraram em seu leito, e que não cicatriza. Uma pequena e misteriosa Província que Maximiliano de Wied-Neuwied e Auguste Saint-Hilaire ousaram desafiar.

 

NOTAS

(28) OBERACKER, Carlos. Viajantes, naturalistas e artistas estrangeiros. Op. cit., p. 119.

(29) WILCKEN, Patrick. Império à deriva: a corte portuguesa no Rio de Janeiro (1808 – 1821). Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010, p. 102.

(30) WILCKEN, Patrick. Império à deriva... Op. cit., p. 52.

(31) Vale ressaltar que a proposta de transposição da Corte Portuguesa para as terras coloniais brasileiras não é algo que surgiu simplesmente com as invasões napoleônicas. A proposta fora feita em várias ocasiões onde a coroa e sua herança foram postas sob ameaça. Algumas pesquisas apontam que a primeira vez que essa proposta surgiu foi no ano de 1580, durante a crise de sucessão de D. Antônio. Sobre o assunto Cf. PEDREIRA, Jorge; COSTA, Fernando Dores. Dom João VI. Lisboa: Círculo de Leitores, 2006.

(32) WILCKEN, Patrick. Império à deriva. Op. cit.,p. 145.

(33) NEVES, Lúcia Maria Bastos P.; MACHADO, Humberto Fernandes. O Império do Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999, p. 30.

(34) Ibidem, p. 35.

(35) WILCKEN, Patrick. Império à deriva... Op. cit., p. 151.

(36) WILCKEN, Patrick. Império à deriva... Op. cit., p. 221.

(37) FERREIRA, Alexandre Marcos de Mattos Pires. A criação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP – um estudo sobre o início da formação de pesquisadores e professores de Matemática e de Física em São Paulo. In: 13º Seminário Nacional de História da Ciência e da Tecnologia. São Paulo: EACH/USP, 2012, p. 1.

(38) WILCKEN, Patrick. Império à deriva... Op. cit., p. 254.

(39) BARBATO, Luis Fernando Tosta. Relatos de viajantes: de meras histórias de aventura ao saber voltado à instrução pública. In.: Anais do XXI Encontro Estadual de História - ANPUH-SP. Campinas: ANPUH, 2012, p. 7.

(40) NEVES, Lúcia Maria Bastos P.; MACHADO, Humberto Fernandes. O Império do Brasil... Op. cit., p. 45.

(41) Ibidem.

(42) NEVES, Lúcia Maria Bastos P.; MACHADO, Humberto Fernandes. O Império do Brasil... Op. cit., p. 47.

(43) Ibidem.

(44) DERBY apud OBERACKER, Carlos. Viajantes, naturalistas e artistas estrangeiros... Op. cit., p. 120. (45) OBERACKER, Carlos. Viajantes, naturalistas e artistas estrangeiros... Op. cit., p. 120.

(46) RATTES, Cecília Luttembarck de Oliveira Lima. Ciência e arte: os viajantes estrangeiros do século XIX. Disponível em: http://principo.org/cincia-e-arte-os-viajantes-estrangeiros-do-sculo-xix-ceclia-lu.html, acesso em: 05.07.2017.

(47) RATTES, Cecília Luttembarck de Oliveira Lima. Ciência e arte... Op. cit.

(48) Ibidem.

(49) FRANÇA apud SARNAGLIA, Marcela. O Brasil sob o olhar estrangeiro: um estudo da obra Dois anos no Brasil de Auguste François Biard. In: RANGEL, Marcelo de Mello; PEREIRA, Mateus Henrique de Faria; ARAÚJO, Valdei Lopes de (org.). Caderno de resumos & Anais do 6º Seminário Brasileiro de História da Historiografia: o giro linguístico e a historiografia: balanço e perspectivas. Ouro Preto: EDUFOP, 2012, p. 2, grifos do autor.

 

PRODUÇÃO

 

PAULO CESAR HARTUNG GOMES

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Vice-governador do Estado do Espírito Santo

 

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Rita de Cássia Maia e Silva Costa

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Coordenação Editorial

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Coordenação de Arte

Sergio Oliveira Dias

 

Revisão Ortográfica

Jória Scolforo

 

Projeto Gráfico e Capa

Alexandre Alves Matias

 

Agradecimentos

Grupo de Trabalho Paisagem Capixaba

 

Impressão e Acabamento

Gráfica Dossi

 

Fonte: Viagens à Capitania do Espírito Santo: 200 anos das expedições científicas de Maximiliano de Wied-Neuwied e Auguste SaintHilaire/ 2. ed. rev. amp. Vitória, Arquivo Público do Estado do Espírito Santo, 2018
Autor: Bruno César Nascimento
Compilação: Walter de Aguiar Filho, setembro/2020

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