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Pesca Embarcada

Pescador de Samendoara - Ilustrção do Livro: Krikati Tio Clê e o Morro do Moreno, 2006 - Autor: Walter de Aguiar Filho

Pesca Embarcada Costeira: Feita em pequenas embarcações nas proximidades da costa. Pode ser de fundo com iscas naturais e artificiais, de bóia e de arremesso de iscas artificiais, também conhecidas como amostras.

A pesca de fundo ou de bóia exige um caniço mais curto e resistente, entre 2 a 2,8 metros, carretilha ou molinete, linha até 30 libras ou 0,50mm, bóia quando for o caso, chumbada de acordo com a corrente da maré e anzóis compatíveis com o tamanho do peixe existente no local, não se esquecendo que o equipamento deve ser todo equilibrado.

Para a pesca de arremesso de iscas artificiais a vara ou caniço deve ser mais flexível para se obter melhores arremessos. As iscas artificiais flutuantes ou submersíveis devem ser arremessadas em direção às proximidades das formações rochosas, onde normalmente os peixes procuram alimentos.

Pesca Embarcada Grossa: Esta modalidade exige altos investimentos, não só da embarcação, mas também das varas, carretilhas e iscas. Aqui a pesca pode ser de fundo, nos moldes da pesca embarcada costeira, com material mais pesado, e de corrico.

A pesca de fundo, atualmente, pode ser feita com carretilhas elétricas e linha de multifilamento atingindo profundidades superiores a 100 metros.

Na pesca de corrico as varas são curtas, com carretilhas ou molinetes que variam de 15 a 50 libras, na pescaria mais leve, e de 50 libras acima na pesca pesada.

 

Por: Adrualdo Monte Alto Filho
Publicado originalmente no jornal do Iate Clube do ES

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