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A formação de um médico humanitário - Luiz Buaiz

Os pais, com Lair, Benjamin, Américo, José, Luiz e Lourdes

Segunda-feira, 29 de agosto de 1921. A lua estava em quarto crescente quando nasceu Luiz, o quarto filho de Alexandre e Maria Buaiz. Fazia frio, quando a parteira foi chamada às pressas para ajudar no nascimento.

Ninguém vaticinou o futuro do menino sério, de olhos tristes, mas desde muito cedo ele iria saber o que queria. Seu sonho era ser parteiro.

Ele percebeu logo a importância da profissão, hoje quase inexistente, que nos anos 20 era vital. Em Vitória, como no país inteiro, e como havia sido prática durante séculos, poucas vezes se recorria ao médico para auxiliar num nascimento. Aqui, Dona Augusta Mendes – que ajudou no nascimento de todos os filhos de Dona Maria Buaiz – Maria Lúcia, da Associação dos Funcionários, Mítzia, Dona Antonica, Dona Simplícia e Ondina Escobar se desdobravam, mas já não davam conta. Vitória estava crescendo.

Assim que cresceu um pouco, Luiz decidiu estudar Medicina, pensando em realizar seu sonho: ia ser obstetra. Ele sabia como era importante ajudar alguém a chegar ao mundo, mas a condição da cidade portuária lhe apontaria outro caminho.

 

Tradição Familiar

 

A família Buaiz era uma família bem estruturada, de pessoas boas e amorosas. O casamento de Alexandre Buaiz e Maria Saliba foi uma escolha própria e não para reforçar laços familiares.

Nascer em uma família assim, ter uma infância feliz e viver cercado de amigos refletir-se-iam na formação do homem disciplinado, dedicado, generoso, incansável e realizador que é o médico Luiz Buaiz.

Seu pai, destemido e empreendedor, foi muito bem sucedido nas iniciativas comerciais, o que lhe permitiu mandar construir, no Parque Moscoso, a casa que durante décadas abrigou a família e que ficou pronta em julho de 1921, um mês antes de Luiz nascer. Sólida, confortável, de linhas sóbrias, permanece inalterada, apesar de não estar mais sendo utilizada pela família.

O exemplo dos pais, a disciplina, a religiosidade e a simplicidade talharam o caráter de Luiz Buaiz, que lembra: “Meu pai e minha mãe tinham uma convivência muito boa, meu pai se orgulhava de seus filhos. Minha mãe era muito piedosa. Devota de Nossa Senhora, ela morreu no dia de Nossa Senhora da Vitória. Ela tinha um sistema: batizava o filho com o nome de um santo, consagrava a ele e depois registrava com outro nome.” Ele foi batizado com o nome de Benedito, o nome do santo nascido em Palermo, na Itália, e a ele foi consagrado: “São Benedito Moro não é São Bento. Eu visitei seu sepulcro, no Convento de Santa Maria de Jesus, em Palermo, anexo a um convento franciscano.”

Sua mãe, muito católica e zelosa, estava sempre a mandar benzer os filhos, ele não esquece: “A benzedeira lá de casa se chamava Dona Marieta.

Quantas vezes eu fui me benzer contra mau-olhado.” Não esquece também que “era obrigado, uma a duas vezes por ano, a tomar um vidro de óleo de rícino. As mulheres tomavam água inglesa.”

Dona Maria educava os filhos com muita disciplina e Luiz não se esquece disso: “Quando queria comer uma coisa antes das visitas ou sem autorização da minha mãe, a gente ganhava um beliscão que era para aprender a se comportar. As pessoas mais humildes eram convidadas a comer um pedaço de bolo, a entrar, a tomar um café.”

Do pai, ele conta: “Meu pai foi um batalhador, que veio do vermelho e tinha sonhos que conseguiu realizar. Então, ele que não teve família e não teve instrução, nos deu uma família estruturada.” O Sr. Alexandre tinha outras características: era rigoroso e enxergava longe. Como poucos. Todos os seus filhos, a partir de certa idade, estudaram em colégio interno. E eram, desde cedo, incentivados a trabalhar, fosse ajudando em casa ou no comércio. Não poderia ser diferente. Ele sempre trabalhou com afinco, como lembra, com admiração, o filho Luiz.

Alexandre Buaiz começou como mascate, melhorou de vida, instalou um armazém de secos e molhados, passou a trabalhar com representações e montou duas fábricas: uma de sacolas de papel, outra de pregos. Tinha orgulho de dizer que era representante das Indústrias Matarazzo. Muitas vezes levou para o escritório, em dias alternados, Luiz e Américo, evitando assim as brigas de irmãos, comuns na infância.

E fez mais que isso, como o filho conta: “Havia um bar, na Avenida República, de Lázaro Pinto, e papai pedia para ele colocar a gente no caixa para ir recebendo disciplina”. A mãe também não descuidava desse aspecto: “Embora tivesse empregada, não se afastava dos afazeres domésticos. Nossa mãe nos induzia a ir à cozinha, ajudar a lavar os copos. A gente almoçava na hora certa, jantava na hora certa. Nós éramos disciplinados, e tínhamos respeito pelos outros.”

O pai, cuidadoso, atento e rigoroso, não tirava os olhos dos filhos. No dia em que encontrou o mais velho, José, jogando bola na rua, tomou a decisão de enviá-lo para um colégio interno. A partir daí, depois de concluir o Grupo Escolar, todos os seus filhos foram para o Rio, estudar: as meninas no Sacré Couer de Jesus, no Alto da Boa Vista; os meninos, no Colégio São José, na Tijuca. No Rio os homens cursariam a faculdade, à exceção de Benjamin, que estudou Medicina em Belo Horizonte.

 

Infância boa, no Parque Moscoso

 

Luiz nasceu num tempo em que todos moravam em casas, poucos em sobrados, e isso promovia uma proximidade muito grande entre os vizinhos. Vitória, que hoje não chega a ter 400 mil habitantes, era bem menor. Todos se conheciam, se frequentavam.

Naquela época, o clima na capital esfriava bastante no inverno. A primeira estação climatológica da cidade, instalada dois anos depois que Luiz Buaiz nasceu, confirmaria: de 1923 a 1930 a capital registrou, no mês de outubro, em plena primavera, a média de 9,2 graus: uma temperatura que hoje Vitória não vive nem nos dias mais frios.

Não se passara mais que uma década desde que o Campinho, um grande mangue que era mais uma extensão da Cidade de Palha, a Vila Rubim, deixara de ser um terreno pantanoso, aterrado a mando do presidente de Província Henrique Moscoso, quando Luiz nasceu. O local começava a atrair a elite emergente da capital. Quem tinha bom poder aquisitivo construiu lá. Foi o que fez o pai de Luiz Buaiz, naquela altura comerciante, e pouco tempo depois empresário, graças a um incomparável dinamismo e força de vontade. Talvez nem ele próprio pudesse imaginar que, tendo chegado ao Brasil aos 14 anos, sozinho e sem posses, aqui faria fortuna, um grande círculo de amizade e criaria uma família numerosa.

Foi o Parque Moscoso a razão de tanta gente querer morar num lugar até havia bem pouco inóspito. Bem planejado, era um bosque sem muros, de pouco mais de 24 mil metros quadrados, e muitos atrativos, como o lago com duas pequenas ilhas, pontes, alamedas. Projetado pelo arquiteto Paulo Motta Teixeira e inaugurado em 1912, o belo parque ajudou a atrair muitas famílias, “principalmente quem mexia com café”, para o seu entorno, formando um bairro que logo receberia o nome de Villa Moscoso. “Era o ponto principal para onde convergiam as famílias”, lembram tanto Lourdes, a irmã mais nova, quanto Luiz: “As pessoas sentavam na calçada, conversavam. Tinha sala de visita nas casas. Eu lembro que quando ia gente lá em casa mamãe festejava muito, com doces, licores.”

O bairro cresceu em torno do retângulo verde que era o parque, cercado pelas paralelas Avenida República e Rua 23 de Maio, e pelas transversais Avenida Cleto Nunes e Rua José de Anchieta. Além de outras quatro vias: Dona Júlia, Washington Pessoa, Thiers Veloso e Avenida Schmidt, hoje Florentino Avidos. Aos poucos, vielas como a Ladeira do Fogo foram sendo melhoradas e ganharam nome de pessoas importantes na história capixaba, como Dom Fernando, Bernardino Monteiro, Marcondes de Souza e soldado Apolinário dos Reis.

A Villa Moscoso abrangia, já na infância de Luiz Buaiz, a antiga Escadaria Cleto Nunes, hoje Escadaria Dr. Carlos Messina, praticamente atrás do Centro de Saúde, que um dia ele iria dirigir, e da Igreja Batista, na esquina da Avenida República com a Cleto Nunes. No pé da escadaria ficava a Casa Morgado. Ia até o sopé do morro da Chácara da família Zambeli, alcançava o largo onde foi construído o Quartel para a guarnição de Polícia, e onde foram erguidas duas fileiras de casas geminadas; e espraiava para a Vila Rubim. O limite parece ter sido a casa do primeiro prefeito de Vitória, Ceciliano Abel de Almeida, derrubada nos anos 80 para dar lugar a um edifício.

A Rua Dona Júlia, onde Luiz Buaiz nasceu, mudou muito. Mudou até mesmo de nome – hoje é Henrique Coutinho – mas basta parar na esquina com a 23 de Maio para ver que tanto a sólida e bela casa do Sr. Alexandre e de Dona Maria quanto a igualmente sólida e bonita casa que foi de Américo, mais novo dos filhos homens, estão do mesmo jeito. E ele recorda: “Eu só saí daqui dessa casa depois de casado.

Vivi aqui os melhores anos de minha vida. Enquanto meu pai e minha mãe foram vivos, quantas vezes a gente se reunia na sala dessa casa... Quantas vezes a gente tirou foto de uniforme do Moinho São José. Embora fosse uma pessoa introvertida, ele gostava muito da família. Os genros mais pobres ele trazia aqui e dava dinheiro porque ele também foi muito pobre. Quando eu vejo o Moinho, sonho do meu pai, eu olho com muita ternura, com muita saudade. Talvez na simplicidade da vida que a gente viveu, não com essa ostentação.”

Também permanece de pé, na esquina em frente, a casa onde funcionou a Padaria Veneza, de Zezé Garcia, irmão do pianista Gilberto Garcia, conhecidíssimo na cidade. Mais adiante, seguindo pela calçada dos Buaiz, na direção do Cinema São Luiz, bem na esquina em frente ao Edifício Canopus, também inteira, está a casa que foi de Mirabeau da Rocha Pimentel, importante personagem da história política do Espírito Santo, figura lendária e inesquecível na memória privilegiada do médico Luiz Buaiz. Indo em frente, na mesma calçada, passando o sinal de trânsito, ficava a casa do irmão mais velho de Luiz, José Buaiz.

O majestoso parque, a cerca de 100 metros da casa da família, foi marcante na infância, adolescência, juventude e maturidade de Luiz Buaiz e continua, ainda hoje, uma referência afetiva. Ele posou para fotos na beirada da fonte, caminhou embaixo das árvores, atravessou as pequenas pontes, se divertiu muito, se aborreceu com as transformações arquitetônicas feitas no Governo de Jones dos Santos Neves (preferia o Coreto, palco das retretas da banda da Polícia, à Concha Acústica), e andou por todas as ruas do seu entorno: a trabalho, para namorar, para ir às sessões do Cine Polytheama, para visitar amigos.

O Polytheama fez história entre os garotos da Villa Moscoso. Uma diversão indispensável, o cinema do bairro era proibido para as meninas e para as moças. Lá, quem impunha a ordem era o soldado Baiano. “Toda segunda-feira tinha fita em série e o grupo todo ia pro Polytheama. As séries eram as novelas de hoje. Mas era um cinema pobre, que tinha rato pelo chão e a gente se deliciava com isso. Na minha infância tinha muito respeito.”

Os meninos da Rua Dona Júlia e da Rua do Norte iam, em bando, ao cinema. Estavam sempre brincando juntos, e entre eles o menino muito magro, espirituoso, Luiz, que lembra isso tudo com muito gosto. Havia temporadas para as brincadeiras: bola de gude, peteca, amarelinha, “mamãe pode-mamãe não pode”, bilboquê, buliu, diabolô. Depois veio o pingue-pongue, que na sua casa era jogado na mesa que ficava no andar de baixo, onde as mulheres costuravam...

Esse andar era uma extensão da casa de onde Luiz não saía: “Quando meu avô morreu e minha avó teve câncer, a minha mãe acolheu-a aqui, com Tia Amélia, que conviveu conosco como irmã. Embaixo ela costurava. Era embaixo que nós, os rapazes, morávamos quando vínhamos do Rio.”

Quando não iam ao cinema – um deles o Carlos Gomes, quase tão cheio de ratos e pulgas quanto o Polytheama – iam ao parque, à praça ou ao circo, que era montado num terreno vago onde hoje está instalado o Moinho Buaiz ou no final da Capixaba, antes do aterro:

“Todo fim de semana havia retreta da Polícia Militar, com hasteamento da bandeira, no Parque Moscoso e na Praça Independência.

Em Vitória vinha muito o Circo Liendo. Ele era anunciado por uma moça de perna de pau, do lado de um elefante. Numa das sessões o burro escolhia a moça mais bonita e a minha irmã Lourdes foi escolhida uma vez.”

Junho era o mês de fazer e pular fogueiras, de milho e balões: “As crianças soltavam balão. Fazíamos balão com papel de seda e varetas. A bucha era com breu e querosene.” Muitas crianças corriam para pegar os balões na hora em que caíam, depois de gasta a bucha. Soltos à noite, iluminavam o céu. De dia, coloriam o espaço. Às vezes eram improvisados com jornais que já tinham sido lidos: muito balão foi feito com jornal velho, quando faltou papel de seda.

Motivo de algazarra e típica de Vitória, Luiz Buaiz lembra a revoada de tanajuras e não esquece que a meninada corria para pegar quantas pudesse. Arrancavam as asas, fritavam e devoravam: “Revoada de tanajura, vagalume, a gente não vê mais.”

As brincadeiras aconteciam mais nos fins de semana: “Nós brincávamos na subida aqui do morro. Lembro que Felício Jacó Saadi teve quatro filhas, que foram criadas como irmãs da gente e elas brincavam junto. A gente brincava de bandido e americano, eu era sempre o americano e Américo o bandido. A gente brincava muito por aqui, subia o Morro do Moscoso, ia à casa de Tetela.”

“A criançada se congraçava permanentemente. Eu lembro que tinha uma senhora, Dona Ericina, mãe de Clóvis Lélis e Ariobaldo Lélis, médico cego casado com Dona Ônia... A meninada toda ia pra casa dela, tomava banho junto, no tanque, sem malícia nenhuma. Ali perto da subida do morro tinha a chácara do Zambeli, cheia de árvores frutíferas. A gente ia pra lá pra se distrair. Na esquina de cá tinha o seu Arthur, que tinha um sítio em Viana, levava laranja, distribuía.

Outro vizinho era Ariobaldo Leme. As pessoas viviam numa fraternidade invejável, que desapareceu. Eu vivi esse mundo maravilhoso, na minha infância.”

Já mais crescido, ele subiu muitas vezes o Morro do Moscoso. Para namorar e também para visitar Tetela e a família. “Eu gostava muito de Tetela. Ela trabalhava lá em casa.”

Luiz, menino inocente ainda, começou a namorar, aos 15 anos mais ou menos, Arlita Lírio. O pai não gostava, ele teve que esquecer. Ela terminou se casando com um sargento do Exército e foi para o Rio de Janeiro.

Ele deixa de lado a fugaz tristeza dessa lembrança e fala de outras, quando ainda criança. A sua mãe, além do hábito de dar aos filhos, temporariamente, o nome de santos, fazia promessas, e havia uma que incomodava um pouco: até por volta dos 9 anos os meninos da casa não cortavam o cabelo. “Íamos para o colégio de trança e em muitos carnavais nós nos fantasiávamos de cigana, aproveitando as tranças.” Ele lembra que, muito cedo, Américo revoltou-se com isso. Aos 6 anos ele convenceu o pai a interceder, ir até o padre para livrá-lo da promessa materna. E teve êxito: conseguiu se livrar das tranças.

Um outro hábito pode não ter sido por penitência, mas parecia: todas as vezes que iam ao Convento, subiam aquela ladeira toda a pé. Pela estrada velha. Disso, no entanto, ninguém, nem ele, nem os irmãos, se queixava. A religião era natural na sua família e nada, nesse aspecto, era visto como sacrifício. Subiam felizes a estradinha tortuosa do Convento. O hábito só iria mudar quando ele já estava adulto e comprou seu primeiro carro, um Fiat Pulga, com motor traseiro. Não muito potente, o automóvel parou no início da subida porque estava cheio e porque, ele conta sorrindo, sua mãe, no banco de trás, nessa época já estava muito gorda. Foram obrigados a voltar ao velho hábito de subir a pé a ladeira do Convento.

O primeiro carro de seu pai não faria feio, como o seu: era um Nash. Não era conversível, como já havia na época, mas era muito potente e nele cabia a família inteira. Falando do Nash, Luiz lembra que os carros da sua infância e juventude eram Austin, Ford, Chevrolet, Simca Chambord. Só havia carro importado. E João Monteiro é que vendia. Ele tinha uma revenda, que era também oficina, na Rua Washington Pessoa.

Tão bom quanto desfilar de carro, passear e ir à missa aos domingos era saborear a comida que Dona Maria fazia. Os amigos mais próximos, como Arabelo do Rosário e Douglas Puppin, não cansam de dizer que iam com prazer especial almoçar na casa de Luiz que, lembrando-se dos pratos preparados pela mãe, conta que adora quibe cru, mas a vontade que tem mesmo é de voltar a comer bucho de carneiro recheado de arroz e grão-de-bico: “Não se faz mais, mas é uma delícia!”

 

 

PRODUÇÃO

 

Copyright by © Luiz Buaiz – 2012

 

Coordenação do Projeto: Angela Buaiz

 

Captação de Recursos: ABZ Projetos

 

Texto e Edição: Sandra Medeiros

 

Colaboraram nas entrevistas:

Leonardo Quarto

Angela Buaiz

Ruth Vieira Gabriel

 

Revisão: Herbert Farias

 

Projeto e Edição Gráfica: Sandra Medeiros

 

Editoração Eletrônica: Rafael Teixeira e Sandra Medeiros

 

Digitalização: Shan Med

 

Tratamento de Imagens: TrioStudio; Shan Med

 

Fonte: Luiz Buaiz, biografia de um homem incomum – Vitória, ES – 2012.
Autora: Sandra Medeiros
Compilação: Walter de Aguiar Filho, novembro/2020

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