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O Esporte da Vela - Fernando Jakes Teubner

Fernando jackes e Murilo Horta, campeões em 1958

As embarcações de antigamente não tinham nenhum tipo de motor. Entravam com a maré de enchente e tinham que sair com a vazante; como a volta era no contravento, devido à predominância dos ventos nordeste em nossa região, os saveiros levavam até uma semana para sair da baía de Vitória.

Já em 1900, a navegação a vela era predominante com os pescadores que, agrupados na Praia do Canto e Suá, tinham um sistema vélico chamado pano-pena onde a retranca (verga) passava no alto da vela e era de fácil manejo, dando melhor maleabilidade para o manejo da embarcação.

Como temos uma costa privilegiada em termos de vento e absolutamente piscosa, houve uma abundância de pescadores que posteriormente se organizaram em colônias.

De madrugada o vento sopra de oeste para leste, é chamado terral, e a partir de 13 horas com a pressão forte do calor ele inverte a sua posição e passa a soprar no sentido norte, virando para nordeste, trazendo os pescadores que estavam mar afora.

Isso não se modificou através dos anos, pois até hoje se repete este fenômeno, em que o nordeste sopra desde Abrolhos até Ponta Negra no Estado do Rio, com uma intensidade média de 12 a 18 nós.

O vento tem condições tão promissoras em nossa costa que poderia ser usado inclusive como propulsão motora na iluminação de pequenas cidades, captação de água e mais uma série de utilidades.

Já existe hoje, na costa do Rio Grande do Norte, cidade com cinco mil habitantes usando energia eólica para iluminação.

Em resumo, o nosso Estado é magistral para o esporte da vela. Suas condições de mar e vento podem ser catalogadas em 22 pontos de prática do esporte da vela.

Já que falamos tanto das condições especiais de nosso Estado para a prática da vela, assim como do uso da vela nos diversos segmentos... perguntamos: o que é velejar, como se iniciou e onde?

A arte de velejar tem milênios, os registros não são claros, mas todavia, segundo a mitologia, a vela teve seu início ainda na pré-história, quando o homem primitivo iniciava a navegação em toros de madeira para pequenos deslocamentos.

O uso de flutuadores foi evoluindo, e posteriormente foram usados toldos como cobertura para proteção do sol.

O toldo começou a atuar como resistência aos fortes ventos que não deixavam a suposta embarcação seguir o seu curso normal... daí veio a ideia de um curioso em usar a força do vento que atuava em sentido contrário, a seguir a direção do vento e assim teve início a utilização da força eólica para os primeiros navegadores.

Na sua evolução a força do vento levou os fenícios e os egípcios a grandes deslocamentos. Foram explorados outros continentes e até hoje na América do Sul e especificamente na Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, existem inscrições de fenícios que atestam a presença dessa civilização em nosso continente, obviamente aqui aportaram esses exploradores em embarcações de propulsão a vela.

Ainda na evolução da vela, os vikings tiveram a sua magistral atuação, mas quem de fato iniciou o esporte da vela ou mesmo a vela competitiva, foram os ingleses, que, na época da pirataria, organizavam suas regatas no sentido de aprimorar a velocidade de suas embarcações para conseguir as suas abordagens, e ao chegar junto à embarcação alcançada, treinavam a tática de guerra. De fato, foram os ingleses os grandes iniciadores do esporte.

Passada a época da pirataria, os ingleses, principalmente a realeza, adotaram o esporte da vela como hobby, e durante muitos anos o símbolo da Inglaterra nas velas dos barcos de competição era um "K", simbologia de KING. Somente na Olimpíada passada a Associação Internacional de Regatas adotou nova simbologia para todas as nações, e, mesmo com forte pressão dos "lordes", a Inglaterra se rendeu ao ING, na vela.

A vela de competição em nosso Estado

E, como foi dito, os ingleses foram os grandes mestres do esporte da vela, foram os grandes aficionados na conjuntura esportiva e tendo mesmo se organizado mundialmente ao ponto de ter em Londres a sede da IYRU, International Yachting Racing Union, que governa e dita as normas, regras e resoluções do esporte, e que, de quatro em quatro anos, em assembleia geral, discute novas regras, coincidindo com as Olimpíadas.

Em nosso Estado a vela chegou em 1940, um pouco antes da inauguração do Iate Clube, que se iniciou como Iate Clube da Praia do Canto.

Organizado por Joseph William Brown, Leslie Howard, Robert Smee e Robert Burns, iniciou-se um movimento para se velejar na Praia do Canto. Inicialmente chegaram alguns barcos Iole Olímpico, que foram adquiridos por Beraldo Madeira da Silva, Raul Sodré, Vitor Machado. A data precisa da chegada destes barcos não tem registro, mas sabe-se que posteriormente alguns barcos foram feitos no Clube de Regatas Saldanha da Gama, e levados para o Iate Clube. Sendo um barco muito antigo e de difícil manejo, o Iole teve vida curta, e muitos deles acabaram na ilha do Papagaio, como jogados-fora, pois com o advento do Snipe que, criado em 1935 por William Crosby nos Estados Unidos, pegou logo em todo mundo, sendo uma planta trazida então para o nosso Estado por Fitzherbert, um inglês que trabalhava na Western, sistema de cabos submarinos para transmissão.

O primeiro Snipe foi construído por Aylton da Vitória no próprio Iate Clube. Era um barco de oiticica e pesava 380 quilos (hoje o peso do Snipe é de 173 quilos), e teve o nome de Ajax. Isso em 1944, quando entendemos que realmente se iniciou a prática da vela competitiva em nosso Estado. O segundo barco foi o Caledônia, construído por Robert Burns.

A primeira regata de que se tem registro foi a Volta da Taputera, em 1945. Nesta época José Tarquínio da Silva, engenheiro civil e construtor do cais de Vitória, descobriu uma pedra submersa a poucos metros da superfície em frente ao Armazém Dois. Em conversa com os catraieiros ele descobriu o nome da pedra — Itaputera —, que em tupi-guarani diz ser pedra submersa. Mas falava-se apenas Taputera. Daí veio a regata sair do Iate Clube e ir à cidade e voltar passando em volta da pedra.

O resultado dessa regata não tem registro no ICES. Não se sabe o vencedor, sabe-se apenas que correram vários barcos, duas classes: Snipe e Iole Olímpico e barcos de pescadores, animando a festa.

A vela capixaba crescia vertiginosamente, vários barcos foram construídos em 1947, já havia dez Snipes, e já no ano seguinte o nosso Estado participava do Campeonato Brasileiro da classe, realizado no Rio de Janeiro com a participação de São Paulo. Eram três Estados na disputa. Seis barcos participavam da competição, todavia, um fato inusitado aconteceu com a delegação capixaba: Morris Brown tinha treze anos e um metro e setenta, era um garotão.

Ao ver a delegação capixaba com aquele garoto de apenas treze anos, a Sra. Edith Braun, relações públicas da competição, retrucou: "... mas que absurdo, vocês do Espírito Santo não têm responsabilidade? Isto é um campeonato brasileiro, é coisa para homens, daqui vai sair o representante brasileiro que vai correr em Cuba; não é coisa para criança."

Moral da história.... o nosso inglês, como nós chamávamos o Morris, sagrou-se campeão brasileiro de Snipe com apenas treze anos de idade, mas, como as coisas naquela época eram mais difíceis, arranjaram um jeito de Morris não ir para Cuba, o que só veio a acontecer no ano seguinte quando Paulo Von Schilgen foi vencedor de uma classificatória para a regata no Hemisfério, e foi para Cuba, não tendo boa classificação.

O esporte da vela em nosso Estado teve a colaboração de pessoas muito importantes na vida da cidade: Orlando Guimarães, Roberto Saleto (comodoro várias vezes), José Rebouças, Asdrúbal Peixoto, Enrico Ruschi, Joseph Brown, Jolindo Martins e tantos outros que deram sua valiosa contribuição na época.

No ano de 1949, com a colaboração da Prefeitura de Vitória (a municipalidade desde aquela época já apoiava a vela), o prefeito Ceciliano Abel de Almeida doou para o ICES a TAÇA CIDADE DE VITÓRIA, que foi oficializada pela SCIRA (Snipe Class International Racing Association), com o nome de CITY OF VICTORIA TROPHY, e foi realizada a primeira regata a nível internacional, que teve como vencedor Gustavo Adolpho de Carvalho, do Rio de Janeiro.

Nesta época, já há dois anos no Iate como um ilustre desconhecido, vindo de Santo Antônio, onde aos quatorze anos já velejava de jangada em companhia de um pequeno garoto chamado Sebastião Coutinho, hoje sonoplasta da TVE, e posteriormente construindo um barco a vela, o desconhecido Fernando Jakes Teubner teve a sua primeira sensação. Conseguiu, com a ajuda de amigos que no Iate construiu, ter aquele Snipe que ninguém queria, pois pesava 350 quilos.

Velejando dois anos em último lugar, o garoto Jakes, que só vinha atrás, ou à ré, deixou de ser o Jakes à ré, para ser Jakaré de Santo Antônio. O seu proeiro também igualmente desconhecido, Eleisson de Almeida, era, como ele, estranho no ninho.

A vela do Iate, ao iniciar a década de 50, entrou em crise por problemas internos na disputa do poder. Asdrúbal Peixoto, homem forte, começou a ser derrubado pelos Guimarães, e guerra paralisou o ICES.

Na briga do mar com o rochedo... quem ganhou foi o marisco Jakaré, que, continuando a velejar apenas com seu barco e mais um aficionado chamado Ernesto Pachito, treinou quase dois anos e meio sem ninguém ir ao Iate.

Nova composição, nova diretoria, novas metas e lá vai vela para a evidência, e na sua estreia o Jakaré que, treinado, só precisava de uma oportunidade.

A grande chance

A segunda fase da vela em nosso Estado está ligada muito a Jakaré. Foi o Brown que, como diretor de vela, viu aquele velejador, com um barco pesadíssimo, se sair bem em suas manobras, e resolveu, dizendo com um sotaque arrastado de inglês: "... Essa gorota é boa... Jocorê, você vai sair com o barco do Morris na próxima regata, vamos vê se eu acha que você vai bem."

Bem, era só o que faltava para o Jakaré decolar... o barco de Morris era o melhor do Iate. Veio a regata Taça Durval Nogueira, e o Jakaré não fez por menos, foi o primeiro colocado.

O reboliço fez o meu amigo Eleisson de Almeida dançar, pois àquela altura do campeonato já arranjaram um proeiro experiente para o Jakaré, Murilo Morgado Horta, conseguiram um barco mais leve (sereno) e a vela do Iate tinha um novo líder... o garoto de Santo Antônio.

Coni Murilo Morgado Horta na proa e com um barco bom a trajetória de Jakaré começou a ganhar fôlego. Venceu a Taputera, venceu os jogos praianos, todavia no Campeonato Brasileiro de 1955 em Natal, devido a ter um barco emprestado, os resultados foram péssimos, último lugar.

A vela capixaba continuava a evoluir. Vieram os Lithynings; uma classe e barco também americana com três tripulantes que durou apenas cinco anos no Iate; não decolou. A garotada nova velejava em um barco de projeto argentino chamado Batitu tipo um Optimist.

Toda a década de 50 a vela do ICES teve lugar ao sol com o Jakaré. Em 1957 com Emilio Salvi em Maceió no Campeonato Brasileiro N/N, a classificação foi segundo lugar, com 45 barcos de 12 Estados.

Já se tinham no ICES 25 embarcações da classe Snipe, e era fundada em Santo Antônio, no Cais do Avião, pelo Racing F.C a Flotilha de Snipe 449 com cinco barcos antigos do ICES. Em Santo Antônio, devido às condições precárias das instalações, a vela durou apenas seis anos. Os barcos desapareceram e a vela acabou.

Na década de 60 novamente o ICES entra em crise: os lancheiros levados pela pesca do marlim tomam todo o espaço do ICES, os velejadores entram em desânimo total e sem nenhum apoio.

No limiar de 70, em sua reação natural, os velejadores de 50, já casados e com filhos, se organizam e fazem uma reação e voltam a velejar com os filhos, tendo o Optimist como carro-chefe, um barco projetado por um dinamarquês e desenvolvido nos Estados Unidos, e que veio a ser coqueluche no mundo todo, sendo até os nossos dias a classe mais organizada da vela; os dois primeiros Optimist foram adquiridos por Jakaré e Pedro Burnier.

Em 1974, a vela se organizava, Jakaré é levado à Comodoria do Iate Clube e na pauta de realizações vem a Federação Capixaba de Iatismo e Pesca, fazendo que, com a vela ligada à pesca, a primeira não ficasse órfã, e as duas modalidades caminhassem juntas. Novamente todos voltam a velejar, dando maior ênfase ao Optimist que chegou a ter 30 barcos no ICES.

Com a novela Água Viva, na década de 80, a vela capixaba mais uma vez decolou formando várias classes: Prancha a Vela, H.C. 14 e Laser já vindo da década anterior. Com pais e filhos velejando, a vela cada vez mais se sobressaía.

Cláudio Aguirre consegue um sétimo lugar no Campeonato Brasileiro e vai para a França representar o Brasil.

Jakaré e Guaracy Assis, em um Snipe, são os quartos colocados na Regata Escola Naval, a maior regata da América do Sul. Em termos estaduais Jakaré é absoluto, ganha estadual, Taça Cidade de Vitória e Volta da Taputera. Na mesma época Fernando Jakes Teubner Júnior e Roberto Ruschi ganham a Taça Cidade de Vitória. Vitória volta a realizar as competições nacionais na raia de Camburi.

Com o Iate estruturado saiu para levar o esporte da vela para outras regiões do Estado. Foi assim que, em um trabalho da Federação e ICES, foi iniciada no Clube da Orla a prática de velejar com a colaboração do então prefeito de Aracruz, Primo Bitti, que forneceu um terreno ao Clube da Orla para ser construído um Centro Náutico e ser instalado o núcleo de vela.

Passado o tempo, hoje existe há mais de trinta anos no Clube da Orla.

Na mesma ocasião se tentou fazer um núcleo em Linhares na lagoa Juparanã: três regatas foram feitas e na década de 80 não se realizou a intenção.

Em Guarapari várias regatas foram realizadas, no Siribeira, não emplacou a vela, a vocação de vela não colou e foi desmanchada a garagem do clube para ser feito um bar, duro golpe para o esporte.

Nova tentativa em Linhares, que também não floresceu.

Fernando Jakes Teubner, o Jakaré, com a Federação Capixaba de Iatismo e Pesca, estrutura-se, voa mais alto, e é eleito por dois mandatos como vice-presidente da Confederação Brasileira de Vela e Motor, e cria a Federação Capixaba de Motonáutica que seria fechada anos depois por irregularidades, e cria a Federação Capixaba de Vela.

No final dos anos 80, a vela teve a sua grande chance de se organizar para a década de 90. Novos valores foram encontrados, novas classes que somaram oito modalidades no Iate Clube.

O Iate Clube aumentou suas instalações e fez-se uma tentativa de criar vela no Praia Tênis Clube e Clube Ítalo-Brasileiro.

É realizada a primeira regata do Ítalo e Clube Libanês.

Sem muito sucesso a ideia não vinga e até hoje a vela é apenas um projeto no Praia Tênis Clube e Ítalo-Brasileiro, todavia, os dois clubes são filiados à Federação.

Novamente em Linhares volta-se a fazer regata, e novas promessas de se fazer um núcleo de vela ou mesmo um Iate Clube.

A vela vai até São Mateus (Guriri) e Conceição da Barra, uma forma de propagar a ideia para novas conquistas de adeptos.

Em São Mateus dois Hobbie Cat 14 são adquiridos por interessados e não corresponderam à expectativa.

A vela continua crescendo no ICES e o clube adquire uma embarcação para comissão de regata, assim como é adquirido um inflável para a Escola de Vela com recursos de associados, numa iniciativa de Manoel Serrão.

A década da evolução

Com a experiência adquirida em dois mandatos na CBVM, Fernando Jakes Teubner começa a deslanchar a vela e cria a Federação Capixaba de Vela e Motor em parceria com o ICES, elaborando um arrojado programa para levar a vela capixaba a ser nome nacional.

Já em 1991, em contato com outras federações, trabalha-se no sentido de criar mecanismo na Prefeitura Municipal de Vitória para ajudar o esporte. O prefeito Hermes Laranja entrega ao Iate Clube três boias (de percurso para regata) da melhor qualidade (até hoje as boias são usadas).

Com a eleição de Vitor Buaiz, novamente todo o segmento esportivo reuniu-se para conseguir uma lei que possa ajudar o esporte como um todo.

Na parte que toca a vela, a criação da Lei Jayme Navarro de Carvalho foi o maior fator de desenvolvimento. Feito um calendário com apoio da PMV os velejadores puderam ir para fora do Estado e do país, e dois anos depois da lei já tínhamos os resultados aparecendo.

Fernando Jakes Teubner integra a equipe brasileira no Campeonato Mundial de Snipe em Portugal; os brasileiros foram campeões nas três modalidades.

Luiz Felipe S. Dalla Bernardina se revela o melhor velejador mirim de todos os tempos, sendo um dos melhores do mundo na classe Optimist.

Luiz Roberto Câmara Gomes, na Alemanha, fica entre os vinte melhores, no universo de 240 barcos de 56 países.

Cláudio Saade, velejando no Rio de Janeiro, consegue ser no ranking do Laser um dos dez melhores do Brasil.

O ano de 1996 será a grande arrancada da vela capixaba. A parceria com a Secretaria de Esporte da PMV, na criação da escola de vela, e a implementação de centros náuticos em dois pontos de Vitória, vão trazer a classe média para a vela e fazer novos velejadores em subúrbios como Santo Antônio, onde projeto Prainha já implantado será uma grande escola de vela.

Com a realização de simpósios, clínicas na escola de Prancha a Vela, a inauguração da carreta para transporte de barcos doada pela Aracruz Celulose; a implantação de cursos de arbitragem e adestramento e finalmente a implantação do projeto de três milhões de reais do Linhares Esporte Clube fazendo na lagoa Juparanã o maior Parque Aquático de nosso Estado, temos certeza que a vela capixaba poderá ter igualdade de condições e estar entre as melhores do Brasil.

 

ESCRITOS DE VITÓRIA — Uma publicação da Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Vitória-ES.

Prefeito Municipal - Paulo Hartung

Secretário Municipal de Cultura e Turismo - Jorge Alencar

Diretor do Departamento de Cultura - Rogerio Borges De Oliveira

Coordenadora do Projeto - Silvia Helena Selvátici

Conselho Editorial - Álvaro Jose Silva, José Valporto Tatagiba, Maria Helena Hees Alves, Renato Pacheco

Bibliotecárias - Lígia Maria Mello Nagato, Elizete Terezinha Caser Rocha, Lourdes Badke Ferreira

Revisão - Reinaldo Santos Neves, Miguel Marvilla

Capa - Remadores do barco Oito do Álvares Cabral, comemorando a vitória Baía de Vitória - 1992 Foto: Chico Guedes

Editoração - Eletrônica Edson Malfez Heringer

Impressão - Gráfica Ita

Fonte: Escritos de Vitória, nº 13 – Esportes- Prefeitura Municipal de Vitória e Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, 1996

Autor: Fernando Jakes Teubner

Nascido em Santa Leopoldina (ES). Jornalista.

Compilação: Walter de Aguiar Filho, fevereiro/2020

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