Morro do Moreno: Desde 1535
Site: Divulgando há 16 anos Cultura e História Capixaba

Escritores Capixabas

Peixe na telha - Por Walter de Aguiar Filho

Peixe na telha - Por Walter de Aguiar Filho

Só pela sua simpatia, o peixeiro da banca da esquina já me dá a sensação de que realmente seu produto é de primeira. E é. Faço uma festa comprando um quilo e meio de camarão e um bitelo de um dentão de três quilos

Identidade(s) capixaba(s) – Por Francisco Aurélio Ribeiro

Identidade(s) capixaba(s) – Por Francisco Aurélio Ribeiro

O conceito de "Identidade" é complexo, pouco desenvolvido e pouco compreendido, na contemporaneidade

Tímidos Ensaios – Por Monsenhor Eurípedes Pedrinha (1891)

Tímidos Ensaios – Por Monsenhor Eurípedes Pedrinha (1891)

Cuidou para logo Coutinho assentar habitações na margem direita dessa mimosa baía, e trocar-lhe o nome de Mboab

Ouro Negro

Ouro Negro

No começo de 1960, o Espírito Santo vivia o pior momento da sua história. A cafeicultura, que sustentava a economia desde a segunda década do séc. XIX

Hermogem

Hermogem

Eu, Tertolino Balbino, desde os meus 25 anos que eu cunhecí o senhor Hermogem Fonseca.

Hermógenes foi pro céu – Por Adilson Vilaça

Hermógenes foi pro céu – Por Adilson Vilaça

O carnavalesco Joãozinho Trinta lá no Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo. O carnavalesco viera colher subsídios relativos ao folclore capixaba para o desfile da Caprichoso de Pilares

Sempre Sonhador, Sempre Feliz

Sempre Sonhador, Sempre Feliz

"A vida é assim, nem toda flores nem toda espinhos" Hermógenes 

Elmo Elton - Discurso de Posse no IHGES em 12.06.1981

Elmo Elton - Discurso de Posse no IHGES em 12.06.1981

Moravam meus pais próximo à Praça João Clímaco. A praça era um ponto de atração, tinha jardim com coreto, este sempre animado por vibrante banda de música...

O Jornalista e o Poeta - Por Adilson Vilaça de Freitas

O Jornalista e o Poeta - Por Adilson Vilaça de Freitas

"Vilaça, esse trecho do livro você vai escrever. Eu não sou poeta”, disse o Luzimar apresentando-me uma “lauda” fabricada com papel de embrulho da lanchonete. O texto está na página 70 do livro Massacre em Ecoporanga

Maria da Glória de Freitas Duarte

Maria da Glória de Freitas Duarte

A professora deixou sua marca no tempo, transformou a simplicidade no belo. Resgatou a pureza da vida em seu livro premiado "Vila Velha de Outrora".